Osteoporose

4 complicações graves da osteoporose

4 complicações graves da osteoporose

A osteoporose é uma doença que se caracteriza pela redução de massa óssea, quadro clínico que resulta em ossos finos, ocos e fragilizados, portanto mais suscetíveis a consequências danosas, como queda. Entre os principais fatores de risco da doença estão o histórico familiar, deficiências hormonais, efeitos colaterais de medicamentos, alimentação deficiente em cálcio e vitamina D, baixa exposição solar, repouso e imobilização prolongados, idade avançada, sedentarismo, tabagismo, alcoolismo, determinados tipos de câncer e doenças endócrinas, hepáticas ou reumatológicas.

A osteoporose é mais prevalente em mulheres do que em homens, sobretudo depois da menopausa, quando há uma queda expressiva nos níveis de estrogênio, hormônio essencial para manter o equilíbrio entre o ganho e a perda de massa óssea. Essa condição, por si só, é preocupante, uma vez que compromete a qualidade de vida e a saúde de quem recebe o diagnóstico. A osteoporose é ainda mais perigosa em idosos, justamente devido ao risco aumentado de complicações.

A osteoporose é uma enfermidade silenciosa que, em raros casos, manifesta sintomas. Muitas vezes só é diagnosticada quando a pessoa se dá conta de três graves problemas decorrentes do quadro, que são dor intensa e constante nas costas, fratura óssea e redução da estatura. Continue lendo o artigo e entenda melhor.

Fraturas ósseas

As fraturas ósseas são complicações que podem indicar fase avançada da osteoporose. Normalmente ocorre fratura espontânea de um osso que está muito fraco e poroso, de modo que não suporta nenhum esforço ou trauma, por menor que seja. Um simples espirro ou uma crise de tosse, por exemplo, podem desencadear fratura.

Dor na coluna

É comum que os indivíduos com osteoporose apresentem problemas de coluna e danos no fêmur, punho e costelas. A sensação dolorosa não é só um sintoma, mas também uma complicação, pois, dependendo do nível de intensidade da dor, ela pode ser incapacitante. Costuma se manifestar em estágios mais avançados e se concentrar nos locais em que ocorreram as fraturas ou desgastes ósseos.

Diminuição da estatura

As lesões mais frequentes associadas à osteoporose são as fraturas de vértebras por compressão, fator gerador de outra séria complicação: a diminuição da estatura. Essa consequência negativa da osteoporose acontece devido à progressiva diminuição da densidade óssea, o que eleva significativamente as chances de o indivíduo ficar alguns centímetros menor.

Considerando que, em muitos casos, a osteoporose é uma condição assintomática e difícil de ser percebida, é importante realizar check-ups regulares para diagnosticar possíveis alterações e iniciar o tratamento adequado, se for necessário. O exame mais preciso para a identificação da osteoporose é o teste de densidade óssea.

Compressão dos nervos cranianos

A osteoporose é uma condição que pode provocar compressão dos nervos cranianos, o que, em determinados casos, acarreta complicações graves como, por exemplo, cegueira, paralisia facial e definhamento.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de coluna vertebral em Cuiabá!

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Conheça os tipos de osteoporose

Conheça os tipos de osteoporose

A osteoporose é uma condição clínica caracterizada pela diminuição da densidade óssea. Em consequência da redução de massa, os ossos se tornam mais finos e frágeis, portanto, mais vulneráveis a fraturas. Esse quadro tem relação com diversos fatores de risco, incluindo alterações hormonais, idade avançada, histórico familiar, deficiência de cálcio e vitamina D, imobilização e repouso prolongados, pouca exposição solar, doenças endócrinas, reumatológicas ou hepáticas, além de tabagismo, alcoolismo e alguns tipos de câncer.

Existem vários tipos de osteoporose e eles são classificados de acordo com a faixa etária das pessoas atingidas em idade adulta ou pediátrica. Confira quais são os principais tipos de osteoporose.

Osteoporose Adulta

A forma adulta da osteoporose é classificada como primária (idiopática) ou secundária e subdivide-se em tipo I e tipo II. A primária ou idiopática do tipo I apresenta rápida perda óssea. Afeta mulheres, predominantemente, no período pós-menopausa. Nesse tipo de osteoporose, o osso trabecular é atingido e, normalmente, há ocorrência de fraturas nas vértebras e/ou rádio distal.

A do tipo II, conhecida como osteoporose senil, relaciona-se com o envelhecimento natural e surge tipicamente por causa do aumento da atividade de paratormônio, deficiência crônica de cálcio, alterações inflamatórias, redução da função das glândulas adrenais, diminuição da formação óssea e hipertireoidismo secundário. Nesse caso, são comuns os traumas de quadril, pelve e fêmur, em homens e mulheres acima dos 65 anos.

Pessoas com a forma adulta da doença podem levar uma vida normal, entretanto, podem ocorrer complicações como fratura e compressão dos nervos cranianos, o que, em raros casos, acarreta problemas graves como cegueira, paralisia facial e definhamento.

Osteoporose pediátrica

O maior crescimento de massa óssea acontece nos dois primeiros anos de vida e na fase da adolescência. Os problemas ósseos também podem ocorrer nas etapas iniciais de vida, fato que comprova o quanto é importante cuidar da saúde óssea desde cedo.

A osteoporose pediátrica é classificada em forma infantil maligna (FIM), que é herdada pelos filhos quando os dois pais apresentam um gene anormal. Ela é severa e visível já no nascimento, sendo fatal na maioria dos casos.

Há também a forma intermediária, que acomete crianças menores de 10 anos. É menos grave que a maligna, porém mais severa do que a forma adulta da osteoporose. A expectativa de vida não diminui, mas podem ocorrer consequências como fraturas, infecções frequentes, cegueira, definhamento e convulsões, uma vez que a compressão dos ossos pode danificar nervos e vasos sanguíneos.

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Tudo que você precisa saber sobre a osteoporose

Tudo que você precisa saber sobre a osteoporose

A osteoporose é uma doença metabólica, caracterizada pela diminuição da densidade óssea e aumento das fraturas. Na maioria dos casos, é uma condição relacionada diretamente ao envelhecimento.

Estima-se que a proporção da osteoporose para homens e mulheres seja de seis mulheres para um homem, a partir dos 50 anos, e duas para um, acima de 60 anos. Aproximadamente uma em cada três mulheres apresentará uma fratura óssea durante a vida.

Os ossos são estruturas vivas, que precisam se manter saudáveis, assim como todos os órgãos do corpo humano. Eles estão em processo de renovação constante, uma vez que são formados pelos osteoclastos, células responsáveis por reabsorver as áreas envelhecidas, e pelos osteoblastos, cuja função é produzir ossos novos.

Com o passar do tempo, a absorção das células velhas aumenta e a formação de novas células ósseas diminui. O resultado é que os ossos tornam-se mais porosos e perdem resistência. Dessa forma, a osteoporose ocorre quando o corpo deixa de formar material ósseo novo suficiente ou quando muito material dos ossos antigos é reabsorvido pelo corpo. Em alguns casos, pode ocorrer as duas coisas. Se os ossos não estão se renovando como deveriam, ficam cada vez mais fracos e finos, sujeitos a fraturas.

Quais são as principais causas da osteoporose?

O envelhecimento é o principal causador da osteoporose. Outros fatores, porém, podem contribuir para o seu aparecimento. São eles:

– história familiar da doença;

– pessoas de pele branca, baixas e magras;

– asiáticos

– deficiência na produção de hormônios;

– medicamentos à base de cortisona, heparina e para o tratamento da epilepsia;

– alimentação deficiente em cálcio e vitamina D;

– baixa exposição à luz solar;

– imobilização e repouso prolongados;

– sedentarismo;

– tabagismo;

– consumo de álcool;

– alguns tipos de câncer;

– algumas doenças reumatológicas, endócrinas e hepáticas.

Quais são os principais sintomas?

A osteoporose é uma doença silenciosa e raramente apresenta sintomas. Normalmente, o indivíduo só descobre depois de uma fratura óssea. Por isso, pessoas com fatores de risco devem fazer exames preventivos, para que ela seja diagnosticada a tempo de se evitarem as fraturas.

Como é feito o diagnóstico da osteoporose?

O diagnóstico precoce da osteoporose é feito pela medida da densidade óssea, através do exame da Densitometria Óssea. Ele possibilita medir a densidade mineral do osso na coluna lombar e no fêmur para compará-la com valores de referência pré-estabelecidos. Os resultados são classificados em três faixas de densidade decrescente: normal, osteopenia e osteoporose.

Como é o tratamento?

O tratamento dependerá do da causa que levou à doença. Normalmente, é feito com medicamentos. Os remédios podem melhorar a resistência do osso ao impedir a degeneração e incentivar a reconstrução.

 

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Você sabia que a osteoporose pode causar fratura de coluna?

Você sabia que a osteoporose pode causar fratura de coluna?

Problema de saúde caracterizado pela falta ou pela redução da massa óssea em nosso organismo, a osteoporose é uma séria doença que acaba causando a diminuição da densidade dos ossos do corpo humano. Essa situação acontece por conta da diminuição de uma substância extremamente importante para nossa estrutura óssea, o cálcio.

É extremamente comum que muitas pessoas acreditem que apenas pessoas adultas ou idosas podem desenvolver essa doença, porém isso não é verdade. A osteoporose durante a infância também pode atingir crianças e adolescentes.

Mas qual é a importância do cálcio em nosso corpo? Esse conhecido mineral tem um papel fundamental e muito importante para o correto crescimento e o desenvolvimento dos nossos ossos e dos dentes.

Os ossos atuam como os principais armazenadores de cálcio presentes em nosso organismo. Por isso, quando o nosso corpo não recebe esse mineral de maneira adequada ou quando há a falta de cálcio no organismo, a densidade dos ossos acaba sendo reduzida, levando ao desenvolvimento da doença abordada neste artigo.

Quando a osteoporose atinge a coluna

Muitas pessoas acham que a doença em questão atinge somente os membros superiores e inferiores, porém ela também pode causar danos graves para a coluna vertebral do paciente. As lesões que provoca na coluna podem ser agudas, intensas e pontuais, fazendo com que a pessoa precise permanecer imobilizada por um longo período de tempo.

Os pacientes que relatam sentir esse tipo de dor aguda afirmam que, de início, ela permanece localizada e espasmódica. Com o tempo, esse desconforto acaba irradiando para a região da bacia e também para os membros inferiores, causando muita dor.

Geralmente, o diagnóstico desse problema de saúde é feito por meio de um exame de raio x. Porém, em alguns casos de lesão na coluna vertebral, a fratura não se apresenta totalmente visível, situação que acaba tornando o diagnóstico ainda mais difícil, retardando o início do tratamento.

Tratamentos para o problema

Quando a fratura na coluna é identificada, é fundamental que o paciente permaneça em repouso relativo na maioria das vezes com uso de colete específico. Isso evitará novas lesões e fará com que as dores diminuam. Dependendo da gravidade da lesão, o desconforto causado por esse tipo de fratura acaba desaparecendo em até 8 semanas.

O tratamento para lesões na coluna vertebral causadas pela osteoporose geralmente é feito por meio da ingestão de alguns medicamentos específicos que trabalham para reduzir a reabsorção óssea e aumentar a formação óssea por meio da vitamina D3, do cálcio e também da calcitonina.

O uso de analgésicos, de coletes e a realização de sessões de fisioterapia também são aspectos fundamentais para a recuperação de um paciente com fratura na coluna causada pela osteoporose. Na maioria dos casos, o profissional responsável pelo caso também recomenda que a pessoa com a lesão pratique alguns tipos de exercícios físicos leves, para o fortalecimento do corpo, e também atue na prevenção de quedas.

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