Espondilólise

Espondilólise: sintomas, causas e tratamentos

Espondilólise: sintomas, causas e tratamentos

A espondilólise também é conhecida como artrose na coluna. Trata-se de um processo degenerativo inerente ao próprio envelhecimento das estruturas ósseas do nosso corpo. Apesar de não ser considerada uma patologia grave, ela traz extremo desconforto em função da dor que provoca. Pacientes acima dos 55 anos podem ser acometidos pela doença, que pode afetar uma ou mais vértebras da coluna.

Conhecendo melhor a espondilólise

A espondilólise é como chamamos a artrose que acomete as vértebras da coluna. A doença, também chamada de osteoartrose, é processo degenerativo das cartilagens observado conforme vai chegando a idade mais avançada. Sem as cartilagens, os ossos passam a sofrer atrito desencadeando calcificações, como esporões e “bicos de papagaio”. A artrose, quando localizada na coluna, pode causar estes tipos de dano a um ou mais segmentos desta estrutura de sustentação do nosso corpo. Estes segmentos, chamados de vértebras, se dividem em quatro áreas: a cervical, localizada na parte superior; a dorsal ou torácica, que fica no meio da coluna, a lombar, na parte baixa; e a lombossacral, que é base da coluna. A espondilólise , quando se localiza em cada uma destas regiões é chamada de espondilose seguido do nome da área onde se manifesta. Por exemplo, espondilólise dorsal, espondilólise lombar, e assim vai.

Causas

Com o passar do tempo, os discos vertebrais passam por um processo degenerativo que faz com que eles fiquem menos resistentes desgaste promovido pela articulação diária dos membros. Sendo assim, eles perdem a sua estrutura desencadeando a sobrecarga por atrito das estruturas ósseas. Com isso, há o surgimento de calos ósseos chamados osteófitos. Popularmente conhecidos como bicos de papagaio, essas calcificações podem pressionar os nervos que passam pela coluna, provocando dor intensa e inflamação.

Sintomas

O principal sinal da doença é a dor – de regular à intensa – que acomete costas e pescoço, podendo irradiar para braços e pernas dependendo da localização do comprometimento vertebral. Além disso, pode haver sensação de dormência, formigamento e fraqueza decorrente da a compressão nervosa. Se o problema é negligenciado e a degeneração vertebral evolui, pode haver também febre e perda de peso.

Tratamentos

A dor da espondilólise pode se tornar incapacitante para alguns pacientes. Por isso, diante dos sintomas é importante buscar ajuda médica para que seja feito um diagnóstico preciso do problema. O tratamento é feito, na maioria dos casos, com a prescrição de medicamentos analgésicos, relaxantes musculares e anti-inflamatórios. Em associação, o médico responsável pode indicar a fisioterapia . O procedimento cirúrgico só é indicado quando o tratamento conservador feito com medicamentos e fisioterapia não estiver surtindo o efeito esperado. A prática de exercícios físicos leves e frequentes pode auxiliar na redução dos sintomas e no aumento do bem estar físico geral. No entanto, antes de iniciar qualquer atividade, é importante conversar com o médico responsável sobre o estágio em que se encontra a doença. Além disso, o controle de peso e a busca por uma reabilitação postural podem ajudar na recuperação do paciente que desenvolveu a espondilólise . Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de coluna vertebral em Cuiabá!
Posted by Dr. Carlos Augusto Costa Marques in Todos
Espondilose: diagnóstico e tratamento

Espondilose: diagnóstico e tratamento

A espondilose é uma doença degenerativa que pode afetar qualquer área da coluna e atinge pessoas idosas. Com o tempo, os ossos acabam se desgastando naturalmente e recebem ainda o agravante do peso e das atividades realizadas.

A doença pode surgir até mesmo em pessoas saudáveis, que mantêm uma boa alimentação e fazem atividades físicas. Tipo de artrose que ocorre exclusivamente na coluna, o problema pode trazer uma série de limitações caso não seja tratada adequadamente.

Causas e sintomas da espondilose

O envelhecimento não se mostra apenas com as rugas do rosto; todo o organismo padece devido à ação do tempo, e, a partir dos 40 anos do indivíduo, a espondilose já pode apresentar os primeiros sinais. A doença é considerada reumática e é bastante incidente em todo o mundo, atingindo, em algum grau, praticamente todas as pessoas idosas.

Crônica e degenerativa, mesmo sendo recorrente dentre os idosos, em casos mais raros, ela pode surgir na juventude, causada pela obesidade. No dia a dia, pessoas que carregam muito peso e realizam trabalhos braçais intensos e cotidianos têm muito mais propensão a apresentar os sintomas, especialmente os homens.

A espondilose tem sintomas diferentes da lombalgia, por exemplo. A dor é sentida pelos dois lados, em muitos momentos, irradiando-se para as nádegas e coxas. O paciente com a doença tem dificuldade em ficar muito tempo em pé, curvar-se, realizar atividades físicas e ficar numa única posição por mais tempo. E há fortes chances de uma espondilose se tornar uma hérnia de disco.

O problema atinge os discos intervertebrais, conhecidos pela função de amortecer a coluna vertebral dos impactos cotidianos. Os discos também proporcionam a mobilidade das vértebras.

A ação do tempo e a sobrecarga fazem com que eles se desgastem e se desidratem devido ao ressecamento das fibras de colágeno. O desgaste não se regenera normalmente, como ocorre com os outros ossos quando o corpo é mais jovem, e pode até mesmo romper o ânulo fibroso.

Tratamentos indicados

A espondilose pode ser confundida com a lombalgia e até a hérnia de disco, pelos sintomas semelhantes. Para encontrar o diagnóstico correto, é preciso realizar exames ortopédicos, como raio x, ressonância magnética ou tomografia computadorizada, que darão detalhes da região. 

Quando é detectada na fase inicial, o tratamento é basicamente feito com medicamentos que combatem a dor e as inflamações. O paciente pode ficar de repouso relativo até que as dores diminuam, evitando movimentos que podem agravar o quadro.

A fisioterapia pode ajudar o paciente a voltar mais rapidamente ao seu cotidiano, inclusive melhorando sua postura física para evitar reincidência. Ela reforça a musculatura para que haja melhor estabilidade e suporte a coluna.

Os casos mais crônicos e graves devem ser tratados com cirurgia. Há vários tipos de procedimento, o mais adequado é escolhido de acordo com a intensidade da condição e a saúde do paciente.

Mesmo mantendo todos os cuidados com a saúde ao longo da vida, não há como prevenir o aparecimento da espondilose. Ações como atividades físicas, que mantêm a boa estrutura muscular, evitam a formação da doença ou o desenvolvimento dela.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre esse assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de coluna vertebral em Cuiabá!

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