cirurgia de coluna

“Vou ficar numa cadeira de rodas, doutor?”: quais são os reais riscos de uma cirurgia de coluna?

“Vou ficar numa cadeira de rodas, doutor?”: quais são os reais riscos de uma cirurgia de coluna?

Você recebeu a indicação para uma cirurgia de coluna? Provavelmente sim, já que se interessou por este artigo. Quando um paciente é orientado para o tratamento cirúrgico na coluna, é normal que haja certo receio sobre o resultado do procedimento e sobre possíveis complicações, como a perda dos movimentos dos membros inferiores: a paraplegia.

Mas, calma! Vamos discutir, a seguir, sobre os mitos e verdades que envolvem a cirurgia de coluna, principalmente no que se refere às possíveis sequelas do procedimento.

Quais são os potenciais riscos de uma cirurgia de coluna?

Toda e qualquer cirurgia oferece algum grau de risco ao paciente, seja ela vertebral ou não. Tais complicações podem envolver diferentes fatores, inclusive a habilidade do médico na realização desse tipo de procedimento. De todo modo, em geral, os riscos mais previsíveis que podem ocorrer durante, ou após o procedimento incluem:

  • sangramento;
  • infecção;
  • reação à anestesia;
  • coágulos;
  • ataque cardíaco;
  • derrame;
  • problemas pulmonares;
  • danos no nervo com perda de alguns movimentos.

O último caso é o que mais assusta os pacientes, porém, essa é uma complicação que ocorre com rara frequência. Danos nervosos após uma cirurgia de coluna podem gerar dores constantes nas costas ou nos membros inferiores, além de fraqueza, incontinência fecal, urinária e até mesmo disfunção sexual.

No entanto, a mais grave sequela resultante do dano nervoso na coluna é a paralisia.

Por que alguns pacientes têm paralisia após uma cirurgia de coluna?

Existe, sim, certo risco de se ferir os nervos da medula espinhal durante a cirurgia de coluna. A consequência dessa lesão são as alterações no funcionamento dos nervos presentes na coluna espinhal. 

Essas estruturas conectam o cérebro ao corpo. Assim, a intenção de se fazer um movimento, que parte do cérebro, não é capaz de ser manifestada em determinada parte do corpo, quando existe uma lesão nervosa causada por erro cirúrgico na coluna.

Existem incontáveis nervos ligados à medula espinhal, responsáveis pelo movimento de diferentes partes do corpo. Portanto, o grau de comprometimento dos movimentos está intimamente ligado à extensão do nervo lesionado.

Além disso, existem diferentes tipos de cirurgias de coluna, cada uma com seu grau específico de risco. As técnicas utilizadas atualmente variam entre a cirurgia convencional, a minimamente invasiva e a endoscópica.

A técnica convencional, ou cirurgia aberta, é a que corresponde ao maior risco de lesão para o paciente, já que estamos falando de um procedimento que demanda cortes maiores, além de ser mais agressiva. Essa é, inclusive, a modalidade em que o risco de infecção é mais elevado, já que as estruturas corporais ficam totalmente expostas.

Isso ocorre menos com a cirurgia minimamente invasiva, ou mesmo na técnica endoscópica. Ambas oferecem menos exposição das partes internas da coluna, já que podem ser realizadas com uma pequena incisão no local.

Ainda nem mencionamos a cirurgia robótica, que é um procedimento ainda novo no Brasil, mas que oferece alto nível de segurança ao paciente. A cirurgia robótica ainda requer investimento elevado em tecnologia, além de longas horas de treinamento e expertise do cirurgião de coluna para a manipulação da máquina.

A cirurgia de coluna é segura!

O maior risco que se corre é não realizar a cirurgia de coluna, quando existe indicação para tal. O médico especialista em coluna seguirá todos os protocolos para evitar que o paciente chegue à sala de cirurgia. Isso significa que o procedimento será a última opção terapêutica para o alívio do distúrbio que afeta a coluna. 

Portanto, este é um procedimento que deve ser feito apenas quando o tratamento com medicamentos, infiltrações, dentre outros, não surtirem o efeito esperado. Finalmente, quando a cirurgia de coluna é de fato necessária, o especialista utiliza protetores para os nervos, dentre outros métodos que irão garantir a segurança das estruturas nervosas da coluna.

Por fim, não podemos nos esquecer que o paciente também possui responsabilidades no sucesso do seu tratamento, que envolve seguir o pré-operatório determinado pelo cirurgião de coluna, até os cuidados corretos em casa, após o procedimento. Até mesmo o estado de saúde geral do paciente tem influência sobre o sucesso da intervenção.

Comente, abaixo, se você tem receio da cirurgia de coluna. Quer saber mais sobre? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre esse assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de coluna vertebral em Cuiabá!

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Cirurgia de coluna: quando é recomendada e os principais tipos

Cirurgia de coluna: quando é recomendada e os principais tipos

A cirurgia de coluna pode ajudar a aliviar algumas causas de dores nas costas, mas raramente é necessária. Isso porque, a maioria dessas dores se resolve de maneira mais simples, como a mudança de hábitos. A dor lombar é uma das doenças comuns observadas pelos médicos quando o paciente os visita. Sendo assim, os medicamentos anti-inflamatórios e a fisioterapia geram resultados satisfatórios ao paciente. Pensando nisso, elaborei este artigo para abordar os principais pontos sobre a cirurgia na coluna. Assim, você saberá quando ela é ou não necessária.

Como saber se você precisa de cirurgia de coluna

A cirurgia de coluna pode ser uma opção caso os tratamentos não invasivos não funcionem. Além disso, é uma opção em casos extremos de dor persistente ou incapacitante. A operação geralmente alivia de maneira mais previsível a dor, ou dormência que parece descer pelos braços ou pernas. Esses sintomas geralmente são causados ​​por nervos comprimidos na coluna. Dessa forma, os nervos podem ficar comprimidos por vários motivos. Vejamos dois exemplos:

Problemas nos discos intervertebrais

Os discos intervertebrais funcionam como amortecedores de impacto para as nossas vértebras. Dependendo do problema que os acometa e de seu nível de gravidade, pode ser necessário recorrer ao procedimento cirúrgico.

Crescimento excessivo de ossos

A osteoartrite pode resultar em esporões ósseos na coluna vertebral. Esse excesso de osso afeta mais comumente as articulações na parte traseira da coluna vertebral. Ou seja, reduz a quantidade de espaço disponível para os nervos passarem pelas aberturas da coluna. Pode ser muito difícil identificar a causa exata da dor nas costas. Mesmo se seus exames de Raio-x mostrarem que você tem problemas no disco ou nos ósseos. Isso porque, as radiografias realizadas geralmente revelam discos proeminentes, ou hérnia que sejam assintomáticas e não precisem de tratamento.

Principais tipos de cirurgia de coluna

Os diferentes tipos de cirurgia de coluna incluem:
  • Discectomia. Ela envolve a remoção da parte herniada de um disco para aliviar a irritação e inflamação de um nervo. A discectomia geralmente requer a remoção total ou parcial da porção traseira de uma vértebra para acessar o disco rompido.
  • Laminectomia. Este procedimento faz a retirada do osso sobre o canal da medula. Ele aumenta o canal medular e é realizado para aliviar a pressão nervosa causada por estenose espinhal.
  • Fusão. A fusão espinhal conecta permanentemente dois ou mais ossos da coluna vertebral. Pode aliviar a dor dando mais estabilidade após uma fratura da coluna vertebral. De vez em quando o procedimento é usado para eliminar movimentos dolorosos entre as vértebras, o que pode resultar de um disco ferido.
  • Implante de discos artificiais. Os discos artificiais implantados são uma alternativa de tratamento à fusão da coluna vertebral para movimentos dolorosos, como visto acima. Mas, esses dispositivos, relativamente novos, não são uma opção para a maioria das pessoas.

Considere todas as opções antes da cirurgia

Antes de optar pela cirurgia de coluna, considere obter uma segunda opinião de um especialista. Os cirurgiões da coluna podem ter opiniões diferentes sobre quando operar, que tipo de cirurgia realizar e se – para algumas condições da coluna – a cirurgia é necessária. Por fim, a dor nas costas e nas pernas pode ser uma questão complexa que pode exigir uma equipe de profissionais de saúde para diagnosticar e tratar devidamente o problema.
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Conheça os principais tipos de cirurgia de coluna

Conheça os principais tipos de cirurgia de coluna

Dentre os vários tipos de cirurgia que existem, uma das mais complexas e que requerem especialização e inovação cada vez mais evolutivas é a de coluna. São diversos os problemas que afetam a coluna do ser humano, e o grau de complexidade dessa cirurgia pode variar e exigir um procedimento que pode ser mais ou menos simples ou invasivo.

Com a constante evolução das técnicas cirúrgicas, as incisões na região da coluna tendem a ser menores, os procedimentos, mais “engenhosos”, e a recuperação, mais rápida. Por isso, esqueça aquelas aparelhagens imensas de aço e os meses na cama.

É importante salientar que as cirurgias são indicadas apenas em casos extremos, quando os tratamentos convencionais não funcionam. Esses tratamentos englobam fisioterapia, hidroterapia, reeducação postural global (RPG), reequilíbrio da coluna vertebral (RCV) e pilates, além da utilização de medicamentos e bloqueios específicos que aliviam dores e inflamações.

A “epidemia” da dorsalgia e lombalgia

Segundo dados do INSS, a dorsalgia e a lombalgia (nome utilizado para designar as dores nas costas) foi a doença que mais afastou os trabalhadores das funções que eles exerciam no momento do afastamento. Foram mais de 83 mil casos em 2017, e a condição lidera a lista de doenças referentes ao auxílio-doença há mais de 10 anos. Essa enfermidade fica à frente das fraturas da perna e do tornozelo e das doenças psicológicas.

O que agrava o problema, além da má postura, são os esforços excessivos, a atividade física sem acompanhamento e os acidentes, que acabam causando quedas. Outras doenças que podem causar dorsalgia são os tumores ( benignos ou malignos) .

Cirurgias convencionais e minimamente invasivas

Como dito anteriormente, dependendo do paciente (e do cirurgião), os procedimentos podem ser convencionais, com uma grande incisão e uma recuperação um pouco mais lenta; ou minimamente invasivos, que utilizam técnicas avançadas, têm recuperação mais rápida e menores lesões nos tecidos, porém possuem um custo maior e nem sempre estão disponíveis .

Exemplos de cirurgia de coluna

As doenças de coluna mais comuns que acometem um paciente são: luxações e fraturas na coluna, tumores ósseos ou metástases, deformidades acentuadas (cifoses, escolioses), infecções e hérnias de disco.

Além de injeções, radiofrequência e infiltrações, existem as convencionais ou “invasivas abertas”, como a artrodese, para deformidades, e a laminectomia (remoção de uma ou mais lâminas vertebrais).

Aquelas consideradas minimamente invasivas têm como exemplos:

  • discectomia endoscópica: remoção de fragmentos de disco com hérnia ou que possuam protuberância e pressionem os nervos, causando desconforto e dor. Para isso, é utilizada uma câmera, a incisão feita tem menos de 1 cm, e é possível caminhar no mesmo dia;
  • cifoplastia: técnica utilizada principalmente para corrigir fraturas provenientes de osteoporose;
  • biópsia da coluna: quando há análise do material, em casos de tumores ósseos;
  • foraminotomia: procedimento indicado para aliviar a pressão sobre os nervos que passam através dos forames intervertebrais — ou seja, os espaços entre as vértebras por onde passam os nervos espinhais;
  • artrodese: cirurgia feita em articulações que não são mais tratáveis, com medicamentos ou outras técnicas normalmente indicadas.

Agora você já conhece um pouco sobre cirurgia de coluna.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder os seus comentários sobre esse assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de coluna vertebral em Cuiabá!

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Questões trabalhistas e mau resultado de cirurgia de coluna

Questões trabalhistas e mau resultado de cirurgia de coluna

A grande maioria dos diagnósticos de lesões na coluna é proveniente de más práticas e posturas em ambientes de trabalho. Seja qual for: muito tempo em pé, muito tempo sentado, movimentos repetitivos e liberação de força para carregar materiais pesados. Lesões na coluna podem ser casos de doença ocupacional, adquiridas durante o trabalho. Quando tratamentos através de medicamentos e fisioterapias não dão certo, muitas vezes a solução é a cirurgia de coluna.

As empresas contribuem para os casos

O caso se agrava quando as cirurgias não apresentam bom resultado, fazendo com que o paciente volte para a ocupação que exercia sem ter as condições necessárias para o desempenho da função. Ainda mais: ele pode não ser liberado pela perícia do INSS para que volte ao trabalho, onerando direta ou indiretamente o empregador pelo tempo afastado. Todas essas situações podem resultar em questões trabalhistas, processos movidos com empregador, empregado e mesmo o médico, caso o procedimento tenha sido realizado de maneira errada.

Responsabilidade no diagnóstico

Segundo dados da Fundacentro, órgão ligado ao Ministério da Saúde e que cuida da Medicina do Trabalho, cerca de 160 mil licenças anuais são concedidas para casos de lesão na coluna. O médico que faz o diagnóstico tem extrema responsabilidade nos procedimentos, desde os exames, mas, principalmente, na realização de cirurgias de coluna. Isso porque a grande maioria dos diagnósticos não compreendem a intervenção, mesmo assim, alguns profissionais encaminham ou realizam o procedimento.

Decisões para a cirurgia de coluna sempre em colegiado

Uma cirurgia mal realizada também é caso de ação trabalhista, porém agora movida contra o médico. Por isso, é importante que o paciente procure outras opiniões, não somente de outros cirurgiões ortopédicos, mas também de médicos de outras áreas.

A região da coluna cervical é delicada e requer cuidados especiais, para isso, é necessário colegiado formado por médicos de diversas especialidades, como neurocirurgiões, radiologistas, reumatologistas, fisiatras e especialistas em dor. Isso é segurança para o paciente e para o médico, porque o indivíduo só será operado quando houver consenso entre os especialistas.

Do que se precisa é evitar que o erro seja completo, de todos. Isso porque os prejuízos ao paciente podem ser de âmbitos físico, psicológico e material. Por mais que a cirurgia de coluna seja perfeita, se ela foi mal-indicada, o resultado final será ruim sempre. O paciente arca com as consequências por toda a vida e pode entrar com um processo contra os médicos envolvidos.

O que se quer discutir é a responsabilidade pelo procedimento e os resultados dele, a qual deve ser de todos. Toda e qualquer decisão sobre a saúde do indivíduo, seja pelas más práticas de trabalho seja por decisões erradas de médicos, não pode ser leviana. De modo que uma intervenção mais aguda, como uma cirurgia de coluna, pode trazer questões trabalhistas importantes.

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Benefícios da cirurgia de coluna minimamente invasiva

Benefícios da cirurgia de coluna minimamente invasiva

Os riscos são inerentes a qualquer tipo de cirurgia de coluna, principalmente as operações convencionais. Felizmente, a evolução da medicina é contínua, e hoje já há métodos de cirurgia de coluna minimamente invasiva que reduzem as intercorrências, como hemorragias e infecções, durante e após o procedimento.

Em casos de operações complexas, as cirurgias de coluna por meio de métodos menos invasivos, garantem maior segurança durante o procedimento e um pós-operatório mais tranquilo ao paciente.

A cirurgia de coluna minimamente invasiva proporciona muitos benefícios. É indicada, principalmente, para casos de hérnia de disco, pacientes com osteófitos, popularmente conhecidos como “bico de papagaio”, ou estenose da coluna (compressão da medula espinhal).

A cirurgia só é indicada quando as terapias convencionais não surtem efeito, as doenças continuam progredindo e prejudicando a qualidade de vida do paciente, ao ponto de limitar a movimentação do corpo.

Vantagens da cirurgia de coluna minimamente invasiva

  • Menor risco de sangramento: a cirurgia de coluna minimamente invasiva é uma cirurgia endoscópica, ou seja, para realizar o procedimento, o médico só precisa fazer pequenas incisões na área que será operada. Com incisões menores, diminui-se o risco de hemorragia.
  • Menor risco de infecções: ao contrário da cirurgia convencional, com cortes maiores, a cirurgia endoscópica proporciona mais segurança contra infecções hospitalares, pois as incisões são mínimas.
  • Dispensa de anestesia geral em alguns casos: a cirurgia endoscópica pode ser feita somente sob o efeito de anestesia local e sedação. Isso também ajuda a reduzir o tempo de internação do paciente.
  • Menor tempo de internação: a permanência do paciente é mais curta, em comparação com a cirurgia convencional. Uma operação endoscópica para tratar hérnia de disco pode levar menos de uma hora. No mesmo dia, o paciente poderá receber alta hospitalar em casos selecionados.
  • Pós-operatório com menos dor: a recuperação do paciente é muito mais rápida com a cirurgia de coluna minimamente invasiva. No pós-operatório, a dor é mais branda, sendo que algumas pessoas nem sentem esse desconforto. Em pouco tempo, o paciente poderá retomar as atividades rotineiras, desde que não exijam muito esforço físico.

A cirurgia endoscópica é indicada para todos os problemas de coluna?

Não. Algumas doenças da coluna só podem ser tratadas, com eficácia, por meio da cirurgia convencional. Esses procedimentos também evoluíram muito, o que garante mais segurança às operações de coluna. Os avanços científicos e tecnológicos possibilitam a realização de cirurgias convencionais mais rápidas e seguras.

Como prevenir as doenças de coluna?

  • Corrija a postura
  • Evite levantar pesos
  • Vença o sedentarismo
  • Controle o peso do corpo
  • Pratique exercícios físicos
  • Faça alongamento, antes de atividades físicas
  • Use travesseiros e colchão adequados
  • Use calçados confortáveis

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