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Artrose – sintomas, causas e tratamento

Artrose – sintomas, causas e tratamento

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, dentre todas as doenças definidas como reumatismos, a artrose é a que ocorre com mais frequência, respondendo por cerca de 30% dos casos. Por isso, é importante que estejamos atentos aos sintomas que ela produz. Assim, o diagnóstico poderá ser mais rápido. Nesse texto, você também vai conhecer as causas e os tratamentos disponíveis para essa patologia.

O que é artrose?

A osteoartrose, como também é conhecida, é o nome dado ao desgaste da cartilagem que recobre as extremidades dos ossos, ligamentos, membrana e líquido sinovial. Ela é dividida em dois tipos, primária e secundária. A primária diz respeito aos casos em que não há uma causa identificada para esse desgaste. Quando é secundária, significa que a origem da doença é conhecida. A artrose pode ser causada por diversos fatores. O termo artro, do grego, significa articulação, e ose, do latim, significa desgaste, ou seja, desgaste da articulação. As áreas mais afetadas são as mãos, os joelhos, as coxofemorais e a coluna. As cartilagens articulares funcionam como uma rede de proteção que impede que um osso se choque com o outro. Elas são compostas por água, colágeno e proteoglicanos. No momento do impacto, as cartilagens são comprimidas e eliminam água do seu interior. A doença ocorre quando há um maior volume desse líquido no interior da cartilagem. Ela é mais comum em pessoas acima dos 40 anos de idade.

Quais são os sintomas?

Quando o desgaste acomete pessoas com menos de 40 anos, ele é assintomático e evolui lentamente. Em pessoas com idade mais avançada, o sinal mais comum e apresentado pelos pacientes é a dor ao tentar realizar movimentos com as articulações. Outros sintomas comuns são inchaço, rigidez dos membros, dor articular que piora durante a noite, imobilidade, perda de flexibilidade, presença de nódulos rígidos, sensação de formigamento e dormência nos membros inferiores e superiores. Se o desgaste ocorrer nas articulações da coluna, o paciente pode apresentar dor lombar ou no pescoço, formação de nódulos enrijecidos nas mãos e aparência valga nos joelhos.

Quais são as causas?

Como mencionado anteriormente, a artrose primária não possui uma causa conhecida. Em alguns casos, ela pode surgir em razão de uma irregularidade na superfície articular, da obesidade ou pela prática excessiva de esportes de alto rendimento. No tipo secundária, as causas variam bastante. O desgaste das articulações pode ocorrer, principalmente, como consequência de traumas, doenças reumatológicas inflamatórias, necrose óssea, doenças congênitas do esqueleto, doenças metabólicas e endócrinas.

Como é o tratamento?

O tratamento não retarda ou reverte a evolução do quadro clínico de artrose, mas auxilia no controle dos sintomas, permitindo que o paciente viva um vida normal e sem dor. Assim, a realização de exercícios aeróbicos e a utilização de analgésicos pode ser indicada. Em alguns casos mais complexos, pode haver a recomendação cirúrgica. Os procedimentos que podem ser realizados variam de acordo com a região desgastada. As intervenções mais comuns são:
  • Artroplastia: consiste na substituição integral ou parcial da articulação por uma prótese;
  • Artrodese: é a cirurgia para fusão de dois ossos, muito realizada na coluna;
  • Osteoplastia: é o procedimento de remoção e higienização cirúrgica dos ossos deteriorados;
  • Osteotomia: consiste na mudança do alinhamento dos ossos por meio da secção de partes ósseas.
Já sabe tudo sobre a artrose? Contudo, não tome nenhuma medida sem ser avaliado por um médico especialista. Quer saber mais? Clique no banner.
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5 doenças crônicas mais comuns

5 doenças crônicas mais comuns

Segundo o Ministério da Saúde brasileiro, cerca de 40% da população adulta do país possui, pelo menos, uma doença crônica que são responsáveis por 72% das causas de morte. Esses números alarmantes nos mostram como é importante conhecer mais sobre essas patologias. As doenças crônicas se caracterizam por serem patologias que se desenvolvem de forma lenta e permanecem por um longo período. Elas são classificadas em não transmissíveis (DCNT), como a asma e a hipertensão, e transmissíveis, como a tuberculose e a AIDS. Por isso, preparei esse texto para explicar um pouco mais sobre as essas doenças.

5 doenças crônicas comuns, suas causas e tratamentos

1. Hipertensão

A hipertensão arterial se refere ao aumento da pressão sanguínea dentro dos vasos. Ela é diagnosticada quando um indivíduo apresenta, sistematicamente, a pressão arterial igual ou maior que 14 por 9. Essa doença crônica é causada pela contração dos vasos sanguíneos, fazendo com que a pressão no seu interior seja maior. Na maioria dos casos, os pacientes não apresentam sintomas. Quando eles surgem são dor de cabeça, vômitos dispnéia, agitação e visão borrada. A falta de tratamento da hipertensão arterial pode provocar graves prejuízos à saúde do paciente, tais como, infarto agudo, insuficiência cardíaca e acidente vascular cerebral (AVC).

2. Diabetes

O diabetes é uma doença crônica e autoimune que se caracteriza pela má absorção ou deficiência na produção da insulina pelo organismo. A insulina é produzida no pâncreas e tem a função de quebrar as moléculas de glicose e transformá-las em energia. Essa patologia é classificada em três tipos. O tipo 1 é mais comum na infância e está relacionada à baixa produção da insulina pelo pâncreas. O tipo 2 ocorre porque as células são resistentes à ação da insulina. O terceiro tipo é o diabetes gestacional, que afeta as gestantes em função do aumento excessivo de peso. O diabetes também pode ter origem em outras condições, tais como, pancreatites alcoólicas e uso indevido de alguns medicamentos.

3. Acidente Vascular Cerebral (AVC)

O acidente vascular cerebral é uma das patologias crônicas mais recorrentes no Brasil. Ele é dividido em dois tipos, que variam conforme a causa. O AVC isquêmico acontece em decorrência da falta de sangue no cérebro em função de um ateroma, trombose ou embolia. O AVC hemorrágico se caracteriza pelo sangramento cerebral por ocasião do rompimento de uma artéria ou de um vaso sanguíneo. Geralmente, essa doença tem origem em outra patologia, tais como, diabetes, colesterol elevado, hipertensão e problemas vasculares.

4. Osteoporose

A osteoporose é uma condição provocada pela redução da densidade óssea que acarreta no enfraquecimento dos ossos, sendo mais frequentes em pessoas idosas. Os pacientes dessa doença estão mais suscetíveis a fraturas. É uma patologia assintomática e, na maioria dos casos, só são percebidas quando o indivíduo sofre uma fratura. Essas fraturas costumam ser dolorosas e se consolidam lentamente, causando uma deformidade no paciente, como por exemplo, a coluna encurvada.

5. Câncer

Essa é, sem dúvida, a doença crônica de maior prevalência no mundo. Câncer é o termo utilizado para nomear mais de 100 tipos de doenças que são causadas por um crescimento desordenado de células, que se dividem e agem de forma agressiva e incontrolável. Essa profusão de células forma tumores que atacam os tecidos e invadem os órgãos. Sem o devido tratamento, elas podem se espalhar por todo o corpo. Os tipos de câncer mais comuns são o câncer de pele, de próstata, de cólon e reto, de pulmão e de mama. Essas são apenas algumas das doenças crônicas que ocorrem com mais frequência. A melhor forma de prevenção é ter uma rotina de consultas médicas para avaliar a sua saúde. Quer saber mais? Clique no banner!
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Cifose – Sintomas, causas e tratamento

Cifose – Sintomas, causas e tratamento

Nossa coluna vertebral é dividida em três grandes regiões: cervical, torácica e lombar. Cada uma dessas partes possui uma curvatura própria, que é natural, e perceptível quando vista de lado. Esse formato curvo, ajuda a absorver as cargas aplicadas à coluna pelo peso do corpo. O pescoço (coluna cervical) e a região lombar têm uma curvatura interna chamada de lordose, em forma de C. Já a região entre essas duas, a parte torácica, tem sua curvatura no sentido oposto, que é chamada de cifose. Mas, se a cifose é uma curvatura normal da coluna, por que é o nome de um diagnóstico? Eu sei, pode parecer confuso às vezes. Quando utilizamos o termo cifose para falar de um “problema” de coluna, estamos falando da hipercifose, aquela anormal, exagerada. Essa, sim, pode causar danos à saúde e ao bem-estar do paciente. No entanto, a boa notícia é que existe um tratamento. Sendo assim, este artigo foi feito para abordar os principais pontos a respeito da cifose anormal. Acompanhe todos os detalhes!

Quais são os sintomas da cifose?

Quem tem deformidade na cifose apresentará esse problema através de, o que chamamos de, uma corcunda. Quando é muito evidente, o primeiro sinal é a aparência. A deformação se instala aos poucos e não necessariamente vem acompanhada de sintomas. Quando eles se manifestam, os mais comuns são:
  • dores na região torácica;
  • fadiga;
  • rigidez nas costas.
Na maioria das vezes, esses sintomas permanecem, ou seja, não progridem e pioram com o tempo. Em contrapartida, a cifose pode piorar e progredir na má postura, deixando a curvatura ainda mais proeminente. Dessa forma, depois de algum tempo a coluna pode facilmente comprimir a medula espinhal. Se isso acontecer, alguns sintomas neurológicos podem se manifestar, como fraqueza ou perda do controle do intestino e bexiga. Além disso, os casos mais graves de cifose torácica também podem diminuir a quantidade de espaço no peito, o que causa problemas cardíacos e pulmonares. Logo, haverá dores no peito ou falta de ar com insuficiência pulmonar ou cardíaca.

Qual é o tratamento para a cifose anormal?

O tratamento varia a depender da gravidade do problema. No entanto, não é necessário se preocupar, o tratamento não cirúrgico é o mais comum. São indicados analgésicos leves e anti-inflamatórios para ajudar com os sintomas. A fisioterapia também é realizada em complemento à medicação. Com isso, essas curvas não pioram com o tempo, não levam a complicações e a cirurgia será desnecessária. Após os cuidados iniciais, se o paciente ainda estiver com essa curvatura exagerada crescendo, uma cinta pode ser eficaz durante o tratamento. Da mesma forma, há recomendação de aparelhos externos em casos com curvas de pelo menos 45 graus, podendo ser realizados até que não haja mais o crescimento. Por fim, os exames de raio-X são frequentemente usados ​​para monitorar o grau de cifose ao longo do tempo. Há sim alguns casos em que os médicos recomendam cirurgia para cifose. O objetivo da cirurgia é corrigir parcialmente a deformidade, aliviar a dor e melhorar o alinhamento geral da coluna vertebral. Além disso, as indicações para a cirurgia só existem quando a curvatura é superior a 75 graus, a dor insuportável, ou que o paciente tenha queixas neurológicas, cardíacas ou pulmonares. O tratamento cirúrgico, quanto mais cedo for realizado terá melhores resultados. Por isso, ao notar alguns desses sintomas acima mencionados, procure um médico imediatamente. Somente ele poderá dar o diagnóstico certo para cada situação. Mesmo não sendo o caso de cirurgia, quanto antes for detectada, mais fácil será corrigir o problema. Quer saber mais? Clique no banner.
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Dor lombar – o que pode ser?

Dor lombar – o que pode ser?

É comum ouvir as pessoas reclamarem de “dor lombar”. Sentir dor nessa região das costas é uma causa frequente de visitas aos consultórios médicos por aí. A má notícia é que ao longo da vida 7 em cada 10 pessoas terão esse problema, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Ou seja, parece não ser tão fácil escapar disso. Sendo a grande maioria das dores nas costas, resultado de lesões e distensões musculares, em consequência de movimentos bruscos, o que se pode imaginar é que todos nós estamos facilmente suscetíveis a essa condição. No entanto, há uma boa notícia. Inegavelmente, o fato de conhecer um pouco mais as causas da dor lombar, com toda certeza atrasará sua ocorrência, bem como, auxiliará na sua busca por tratamento. Sendo assim, este artigo tem como objetivo te ajudar a compreender o que pode desencadear a dor lombar, para que a busca por tratamento se torne mais fácil. Acompanhe os detalhes.

Quais são as causas da dor lombar?

Primeiramente, existe uma gama de possibilidades quando o assunto é dor lombar. Por outro lado, há algumas situações frequentes que são o motivo dessas dores. As chamadas causas comuns. Veja algumas abaixo:

Estiramentos

Atividades em excesso fazem com que os ligamentos das costas se estiquem constantemente. Além disso, se não há devido aquecimento eles podem rasgar, o que provoca a dor lombar, além de frequentes espasmos musculares.

Lesão no disco

A tão conhecida hérnia de disco é outra causa da dor lombar. O avanço da idade é um fator que aumenta a probabilidade de ocorrência. Além das hérnias, os discos localizados na parte de trás das costas podem lesionar e provocar dor intensa na lombar. Sendo assim, é importante ficar atento à qualquer dor nas costas depois de uma torção ou levantamento de peso. Pois, se ela persistir por mais de 3 dias, há sérias chances de ser uma lesão no disco.

Ciática

Outra condição para a dor lombar é a pressão do nervo ciático. Esse nervo está ligado à coluna vertebral, bem como às pernas. Sendo assim, se ocorrer uma hérnia de disco e ela pressionar o nervo ciático, a dor lombar será aguda e parecida com uma ardência ou queimação.

Estenose espinal

A estenose espinhal (ou estreitamento) é uma condição comum que se manifesta quando o pequeno canal medular, que contém as raízes nervosas e a medula espinhal, fica comprimido. Por certo, isso causa um “aperto” da medula espinhal e as raízes nervosas, o que leva a dor lombar e até dormência. Ademais, dores nas pernas e pescoço também podem resultar de uma estenose espinhal.

Curvaturas anormais da coluna

Escoliose e lordose são deformidades na região lombar da coluna vertebral. Embora diagnosticadas, na maioria das vezes na infância, ainda sim podem causar problemas futuros. Em virtude de má postura resultante dessa condição, os músculos ligamentos e vértebras, são facilmente comprimidos. Por consequência, dor intensa na lombar. Em suma, além das causas mais comuns, mencionadas acima, há outros fatores que podem causar a dor lombar. Ao passo que, cada caso é único, de acordo com as particularidades de cada ser humano, é importante conversar com seu médico a respeito das dores que sente, pois, somente ele pode lhe dizer o motivo. Quer saber mais? Clique no banner.
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Reumatismo – sintomas, causas e tratamento

Reumatismo – sintomas, causas e tratamento

Mãos inchadas e dores persistentes pelo corpo são alguns dos sintomas que podem indicar a presença de um reumatismo. Apesar desse termo não ser mais utilizado na comunidade médica, ainda faz parte do cotidiano da população. E, por isso, vamos falar sobre doenças reumatológica.

Nesse texto, você vai entender um pouco mais sobre essa condição e conhecer os seus sintomas, causas e tratamentos.

O que é reumatismo?

O termo em si não se refere à uma doença específica, mas sim a uma série de doenças de origem não traumática e que produzem sintomas crônicos. É muito comum ouvir as pessoas usando esse nome para definir uma patologia como a artrite reumatóide ou a gota.

Porém, esse uso é equivocado. Artrite, artrose, fibromialgia, gota e lúpus são exemplos de doenças reumáticas. Existem várias outras patologias que provocam sintomas que indicam um reumatismo.

Não dizemos mais que o paciente tem reumatismo, mas sim que ele porta uma doença reumatológica. Essas doenças acometem, principalmente, as articulações, ossos ou músculos.

Quais são os sintomas?

Apesar dos tipos mais variados e distintos de doenças reumatológicas, os sintomas costumam ser semelhantes entre elas. Os mais comuns são dor e inchaço na articulação, que podem causar ou não a incapacidade funcional.

Quando o paciente apresenta a dor articular sem inflamação, está caracterizado o quadro de artralgia. Se, além da dor, houver inchaço, vermelhidão e calor local, o diagnóstico indica uma artrite.

Existem diferentes tipos de artrite e, em alguns casos, podem surgir sintomas específicos. A rigidez articular é um sinal de artrite reumatoide, já a dor constante que piora com esforço físico indica uma osteoartrite. A dor extrema no dedão do pé é um sintoma comum da gota.

Quais são as causas?

Como o reumatismo engloba diferentes tipos de patologias, as causas podem ser diversas. Quando é degenerativa, a origem pode ser um desgaste natural provocado pelo envelhecimento ou pelo excesso de esforço físico da articulação.

Se houver uma inflamação, pode ser uma doença autoimune e ser causada por uma falha no sistema imunológico. Quando infecciosa, é causada pela ação de bactérias, vírus ou fungos.

Como é o tratamento?

O tratamento das doenças reumatológicas consiste em controlar os sintomas e reduzir a dor sofrida pelo paciente. O seu sucesso depende de um diagnóstico rápido. Além dos medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios, a realização de fisioterapia é muito benéfica.

Na fisioterapia, o paciente irá aprender exercícios que irão melhorar a flexibilidade das articulações e a sua mobilidade. Manter uma boa alimentação também faz diferença no combate às dores e às inflamações.

Por isso, é importante incluir no seu cardápio alimentos cítricos, laticínios, nozes, azeite, maçã, cebola, castanha-do-pará, cogumelo, cenoura e couve. Esses alimentos possuem vitaminas C, D e E, além de substâncias como a quercetina, o selênio e a betacaroteno.

Agora você já entendeu que reumatismo não é uma doença e que, inclusive, é um termo que já caiu em desuso. Caso queira tirar mais dúvidas sobre doenças reumatológicas, converse com um médico especialista. Quer saber mais? Clique no banner.

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Cirurgia de coluna: quando é recomendada e os principais tipos

Cirurgia de coluna: quando é recomendada e os principais tipos

A cirurgia de coluna pode ajudar a aliviar algumas causas de dores nas costas, mas raramente é necessária. Isso porque, a maioria dessas dores se resolve de maneira mais simples, como a mudança de hábitos. A dor lombar é uma das doenças comuns observadas pelos médicos quando o paciente os visita. Sendo assim, os medicamentos anti-inflamatórios e a fisioterapia geram resultados satisfatórios ao paciente. Pensando nisso, elaborei este artigo para abordar os principais pontos sobre a cirurgia na coluna. Assim, você saberá quando ela é ou não necessária.

Como saber se você precisa de cirurgia de coluna

A cirurgia de coluna pode ser uma opção caso os tratamentos não invasivos não funcionem. Além disso, é uma opção em casos extremos de dor persistente ou incapacitante. A operação geralmente alivia de maneira mais previsível a dor, ou dormência que parece descer pelos braços ou pernas. Esses sintomas geralmente são causados ​​por nervos comprimidos na coluna. Dessa forma, os nervos podem ficar comprimidos por vários motivos. Vejamos dois exemplos:

Problemas nos discos intervertebrais

Os discos intervertebrais funcionam como amortecedores de impacto para as nossas vértebras. Dependendo do problema que os acometa e de seu nível de gravidade, pode ser necessário recorrer ao procedimento cirúrgico.

Crescimento excessivo de ossos

A osteoartrite pode resultar em esporões ósseos na coluna vertebral. Esse excesso de osso afeta mais comumente as articulações na parte traseira da coluna vertebral. Ou seja, reduz a quantidade de espaço disponível para os nervos passarem pelas aberturas da coluna. Pode ser muito difícil identificar a causa exata da dor nas costas. Mesmo se seus exames de Raio-x mostrarem que você tem problemas no disco ou nos ósseos. Isso porque, as radiografias realizadas geralmente revelam discos proeminentes, ou hérnia que sejam assintomáticas e não precisem de tratamento.

Principais tipos de cirurgia de coluna

Os diferentes tipos de cirurgia de coluna incluem:
  • Discectomia. Ela envolve a remoção da parte herniada de um disco para aliviar a irritação e inflamação de um nervo. A discectomia geralmente requer a remoção total ou parcial da porção traseira de uma vértebra para acessar o disco rompido.
  • Laminectomia. Este procedimento faz a retirada do osso sobre o canal da medula. Ele aumenta o canal medular e é realizado para aliviar a pressão nervosa causada por estenose espinhal.
  • Fusão. A fusão espinhal conecta permanentemente dois ou mais ossos da coluna vertebral. Pode aliviar a dor dando mais estabilidade após uma fratura da coluna vertebral. De vez em quando o procedimento é usado para eliminar movimentos dolorosos entre as vértebras, o que pode resultar de um disco ferido.
  • Implante de discos artificiais. Os discos artificiais implantados são uma alternativa de tratamento à fusão da coluna vertebral para movimentos dolorosos, como visto acima. Mas, esses dispositivos, relativamente novos, não são uma opção para a maioria das pessoas.

Considere todas as opções antes da cirurgia

Antes de optar pela cirurgia de coluna, considere obter uma segunda opinião de um especialista. Os cirurgiões da coluna podem ter opiniões diferentes sobre quando operar, que tipo de cirurgia realizar e se – para algumas condições da coluna – a cirurgia é necessária. Por fim, a dor nas costas e nas pernas pode ser uma questão complexa que pode exigir uma equipe de profissionais de saúde para diagnosticar e tratar devidamente o problema.
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Bursite – sintomas, causas e tratamentos

Bursite – sintomas, causas e tratamentos

A bursite é uma inflamação muito comum. Ela atinge tanto esportistas, como jogadores de tênis e corredores profissionais, como trabalhadores manuais. A realização de esforços repetitivos pode afetar as bursas e provocar incômodo.

Você sabe o que são as bursas? Sabe como essa inflamação acontece? Então, continue a leitura do artigo para descobrir.

O que é bursite?

O termo designa a presença de um processo inflamatório nas bursas. Os locais mais comuns são: ombros, cotovelos, joelhos e quadril.

Em todas as juntas do corpo nós temos os tendões, que são responsáveis por conectar os músculos aos ossos. As bursas existem para  reduzir o atrito que há entre os tendões e os ossos. Existem cerca de 70 bursas espalhadas pelo corpo.

No interior da bursa está o líquido sinovial, um lubrificante natural que tem aspecto semelhante ao de um óleo. Quando a bursa inflama, o corpo aumenta a produção desse líquido, mas com aspecto menos viscoso.

Nesse processo, a bursa aumenta de volume, o que causa o inchaço e a dor. Se também houver uma inflamação no tendão, pode ocorrer o depósito de cálcio. Esse é o quadro de uma tendinite calcária. Se o depósito for no interior das bursas, pode provocar a limitação de movimentos.

Quais são os sintomas da bursite?

Na maioria dos casos, os sintomas são dor e diminuição da amplitude de movimento das articulações. Outros sinais podem surgir, dependendo do local da inflamação.

Quando ocorre no ombro, o paciente sente dor ao afastar o braço da lateral do corpo.Se for no cotovelo, o paciente não sente dor, mas há um inchaço no local.

A bursite pode ser aguda ou crônica. O tipo agudo pode durar por horas ou dias e a dor é sentida quando há movimento ou toque na região afetada. Já a bursite crônica pode ter origem na repetição dos casos agudos.

Se a bursa inflamada for submetida a um esforço exagerado ou a uma constante tensão, a inflamação pode se agravar, limitar os movimentos e enfraquecer os músculos.

O que pode causar esse problema?

A causa mais comum da inflamação das bursas é a repetição de movimentos com as articulações ou permanecer por longos períodos na mesma posição.

Quando falamos em repetição de movimentos, não estamos, necessariamente, falando de movimentos “anormais”. Os movimentos comuns ao nosso cotidiano podem ser suficientes para gerar o desconforto. Veja exemplos:

  • Fazer lançamento de objetos;
  • Levantar algo, repetidamente, sobre a cabeça;
  • Ficar muito tempo ajoelhado ou sentado, principalmente em locais pouco confortáveis;
  • Nadar por longas distâncias.

Em outros casos, a bursite pode surgir em decorrência de outras condições, tais como, traumatismo nas articulações, infecções, artrite e gota.

Como é feito o tratamento da bursite?

O tratamento é baseado em repouso, aplicação de gelo, uso de analgésico e terapia. Essas medidas podem ser suficientes para tratar a inflamação e controlar os sintomas.

A terapia inicial indicada é a fisioterapia que ajuda a fortalecer os músculos da região afetada. Ela atua promovendo um alívio da dor e evitando que haja reincidência. Se essas medidas não forem suficientes, podem ser prescritas outras formas de tratamento.

No caso de infecções, o paciente precisará fazer uso de antibióticos. As injeções de corticosteroides também podem ser prescritas para reduzir a inflamação. Caso o quadro se agrave, pode ser necessária a punção para retirada do líquido ou, até mesmo, a cirurgia.

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Quando procurar um ortopedista?

Quando procurar um ortopedista?

Uma das queixas médicas mais comuns entre a população brasileira é a sensação constante de dor nas costas e nas articulações. A melhor forma de tratar esses sintomas é se consultando com um ortopedista, que é o médico especialista no assunto.

Você já se consultou com esse especialista? A ortopedia é uma das especialidades mais populares da medicina, sendo requisitada por pessoas de diferentes faixas etárias.

O que faz um ortopedista?

A ortopedia é a área da medicina que se dedica ao diagnóstico e tratamento de lesões e patologias que acometem o sistema musculoesquelético. Ela é a especialidade que cuida de todos os problemas que envolvem os ossos, músculos, tendões, ligamentos e articulações.

Como você percebeu, é muito ampla a atuação desse profissional. Por isso, além desta especialidade, é comum encontrar ortopedistas com subespecialidades. Cada área do sistema musculoesquelético tem a sua especialidade, como: joelho, coluna, quadril, ombro e cotovelo, mão e microcirurgia e pé e tornozelo.

O especialista em ortopedia está preparado para analisar as queixas dos pacientes, diagnosticar as causas, prescrever medicamentos, indicar tratamentos e até realizar procedimentos cirúrgicos.

Quando preciso procurar esse especialista?

A resposta é bem abrangente. Um ortopedista deve ser consultados nos casos de incômodo na coluna vertebral, no joelho, quadril, membros superiores, pé ou tornozelo. A seguir, irei especificar as principais causas que são analisadas por nós.

Dor nas costas

Esse talvez seja principal queixa nos consultórios. Afinal, quem nunca sofreu com dor nas costas? Porém, em alguns casos, não há a necessidade de tratamento, pois pode desaparecer em poucos dias.

Quando permanecem por um longo tempo, indicam a presença de algum distúrbio. A dor nas costas costuma ocorrer em função de uma lesão muscular, que pode ser causada pela postura inadequada, pelo levantamento excessivo de peso ou por um mau jeito.

A consulta médica deve ser realizada o quanto antes para evitar que a dor se transforme em uma incapacidade física. Existem diversas patologias que apresentam esse sintoma, sendo mais frequente, a lombalgia, artrose, hérnia de disco e escoliose.

Dor no quadril

A dor no quadril é um sintoma frequente em esportistas que estejam na faixa etária de 40 a 50 anos de idade. Em alguns casos, essa dor pode refletir da virilha ou ter relação com problemas mais graves.

Um desses problemas é a síndrome do piriforme, uma inflamação que acomete o nervo ciático. Outra possibilidade é a artrose no quadril, um desgaste da articulação da região.

Doenças crônicas

As pessoas que possuem histórico familiar de alguma doença crônica que afete o sistema musculoesquelético precisam ser avaliadas por um especialista em ortopedia. Algumas doenças se agravam com o avanço da idade, tais como, a osteoporose e a osteopenia.

Nesses casos, o médico pode realizar uma densitometria óssea para avaliar o grau de comprometimento das estruturas do paciente. Outras doenças crônicas comuns são a tendinite e a bursite, que podem afetar tanto as mãos quanto os ombros e joelhos.

Traumas

Na ocorrência de traumas de natureza ortopédica, é imprescindível que a vítima se consulte com um ortopedista. Em alguns casos, quando não há um cuidado por parte do paciente, os sintomas do trauma voltam a serem sentidos no futuro, mesmo após um longo período.

Quando o tratamento é feito de forma correta, não é normal essa recidiva. Por isso, é necessária uma imediata avaliação ortopédica.

Esses são os sintomas mais recorrentes e que indicam a necessidade de procurar um ortopedista para ser avaliado. Quer saber mais? Clique no banner e saiba mais.

 

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Dor no ombro – o que pode ser?

Dor no ombro – o que pode ser?

Graças aos ombros, realizamos diversas atividades rotineiras como escovar os dentes, pentear o cabelo e trabalhar. Quando há um incômodo nessa região, nosso cotidiano é afetado. Existem diversas causas para dor no ombro e será sobre elas que vamos falar.

Se você apresenta esse sintoma ou se tem o interesse de aprender sobre o assunto, precisa ler esse texto.

5 causas da dor no ombro

1. Artrite

A artrite é a inflamação em uma ou em mais articulações, tais como, ombros, joelhos, tornozelos e pulsos. Essa condição pode ter origem autoimune, metabólica, em consequência de um trauma, um desgaste ou uma infecção.

Dependendo do nível da artrite, ela pode provocar uma lesão no tecido que protege a articulação, nos ossos, na cápsula articular ou nos ligamentos. Para evitar isso, ela precisa ser tratada o quanto antes.

2. Bursite

A bursite também é uma inflamação, mas da bursa. A bursa é uma estrutura que se parece com uma almofada e tem a função de proteger os tendões e os músculos dos ossos do ombro durante o movimento.

Essa inflamação é mais comum nos ombros, cotovelos e quadril, mas pode afetar  várias articulações. É uma condição frequente em pessoas que precisam realizar esforços repetitivos com o braço.

A bursite também pode ter origem em traumas ortopédicos, processos reumatológicos, gota ou uma infecção. Além da dor no cotovelo, o paciente apresenta rigidez, inchaço, calor ou vermelhidão.

A dor no ombro, característica da bursite, é sentida na parte superior ou frontal do ombro. Essa sensação é mais aguda quando há um movimento da articulação.

3. Fraturas no ombro

As fraturas no ombro também são causas comuns da dor no ombro e, na maioria dos casos, são fáceis de identificar. As fraturas são causadas por traumas, tais como, quedas de lugares altos ou acidentes de trânsito.

Além da dor, as fraturas costumam causar inchaço e manchas roxas na pele. A intensidade da dor irá variar de acordo com o tamanho da fratura.

4. Síndrome do manguito rotador

A síndrome do manguito rotador ocorre quando as estruturas responsáveis pela estabilização dos ombros são lesionadas, provocando dor, fraqueza e dificuldade para levantar o braço. Ela pode ser causada por uma tendinite ou por uma ruptura parcial ou total dos tendões.

Outras possíveis causas da síndrome são a formação de um processo inflamatório na região em função de um desgaste, irritação ou por um impacto excessivo na articulação.

O manguito rotador é uma parte do ombro que é formada por quatro músculos. Esses músculos desempenham funções importantes, como por exemplo, movimentar e estabilizar o ombro.

5. Capsulite adesiva

Também conhecida como ombro congelado, a capsulite adesiva é a inflamação da cápsula articular. Essa cápsula é uma estrutura composta de colágeno que reveste a articulação, auxiliando na estabilização do ombro.

Quando a região inflama, ela incha, fica avermelhada e mais espessa, perdendo sua elasticidade. A evolução dessa condição promove a limitação dos movimentos, o que caracteriza o problema.

O sintoma mais característico é a intensa dor que causa no ombro, que pode permanecer por meses ou até por anos. Essa doença ocorre com mais frequência após os 55 anos de idade, sendo mais comum em mulheres do que em homens.

Agora, se você sentir dor no ombro já sabe quais são as possíveis causas. Contudo, o diagnóstico preciso só pode ser dado pelo ortopedista. Quer saber mais? Clique no banner.

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5 doenças tratadas pelo fisioterapeuta

5 doenças tratadas pelo fisioterapeuta

A fisioterapia possui um amplo espectro de atuação, o que a torna essencial para a promoção da saúde. Nesse sentido, as responsabilidades do fisioterapeuta também são vastos. O profissional atua desde o alívio das dores nas costas, até o acompanhamento de pacientes com câncer.

E ainda tem mais! O fisioterapeuta pode ser procurado para a correção postural, traumas musculoesqueléticos, problemas respiratórios, reabilitação esportiva, dentre outros problemas, que incluem:

  • doenças cardiopulmonares, como fibrose cística, doença pulmonar obstrutiva crônica, etc;
  • doenças neurológicas, como AVC, Parkinson, lesões cerebrais, esclerose múltipla, dentre outras;
  • alterações pediátricas;
  • saúde da mulher, como parto, pós-parto, incontinência urinária e outros.

Confira como a fisioterapia pode te ajudar no tratamento de doenças.

Áreas de atuação do fisioterapeuta

Para englobar e regular o exercício do fisioterapeuta nas tão variadas doenças e situações em que atua, a especialidade foi dividida em subtipos. Com isso, o profissional pode se especializar em determinada área de interesse, além de oferecer atendimento de qualidade ao paciente.

O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Conffito) reconhece pelo menos 15 subespecialidades do setor:

  • acupuntura;
  • aquática;
  • cardiovascular;
  • dermatofuncional;
  • esportiva;
  • gerontologia;
  • trabalho;
  • neurofuncional;
  • oncologia;
  • respiratória;
  • traumato-ortopédica;
  • osteopatia;
  • quiropraxia;
  • saúde da mulher;
  • terapia intensiva.

Doenças tratadas pelo fisioterapeuta

Agora que você conhece melhor a especialidade, veja alguns distúrbios que podem ter o acompanhamento do fisioterapeuta.

1# Dor nas costas

Usando diversas técnicas, como massagens, mobilizações e terapias manuais, o fisioterapeuta contribui para o alívio do incômodo. A dor nas costas é a principal causa de afastamento do trabalho no Brasil. Por isso, é tão importante a presença do especialista para minimizar o impacto do sintoma no dia a dia.

O tratamento da dor nas costas pode ser guiado pela educação postural e pela prática de exercícios específicos e orientados pelo fisioterapeuta.

2# Asma

Parte da fisioterapia respiratória, o tratamento da asma pelo fisioterapeuta contribui para a redução das crises e reabilitação do paciente. Em conjunto com o tratamento convencional, a fisioterapia atua na desobstrução dos brônquios, melhora da expansão torácica, reequilíbrio muscular, além da reeducação postural e física.

3# Doenças cardíacas

Na fisioterapia cardiovascular, as doenças cardíacas são prevenidas e tratadas pelo fisioterapeuta com técnicas de massagem e terapias manuais, além de exercícios específicos para fortalecimento dos músculos das costas. O paciente também passa por um processo de reeducação postural para minimizar as chances de lesões.

4# Incontinência urinária

A incontinência urinária no homem ou na mulher podem ser minimizados com exercícios de fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico. O fisioterapeuta treina o controle dos reflexos dos músculos pélvicos e abdominais para a melhora do sistema vascular.

5# Cuidados intensivos

Pacientes que permanecem internados por longos períodos em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) recebem a atenção do Fisioterapeuta especialista em Terapia Intensiva. Esses cuidados são importantes, já que é comum o desenvolvimento de fraqueza muscular, feridas, rigidez e dor articular, causados pela falta de movimentação.

Além disso, o profissional contribui para a melhora respiratória, buscando prevenir a formação de muco no pulmão, que contribui para o desenvolvimento de infecções pulmonares e pneumonia.

Outras doenças tratadas pelo fisioterapeuta

Como dissemos, são numerosas as doenças tratadas pelo fisioterapeuta. Mas, para dar mais luz ao assunto, vamos enumerar outras delas;

  • tendinite de Aquiles;
  • esclerose lateral amiotrófica (ELA);
  • artrite;
  • paralisia cerebral;
  • hérnia de disco;
  • tontura;
  • fraturas e luxações;
  • acompanhamento após cirurgias;
  • lesão no ligamento;
  • osteoporose;
  • Parkinson;
  • dor no ciático;
  • acidente vascular cerebral (AVC);
  • atraso no desenvolvimento da criança, dentre muitos outros.

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Posted by Dr. Carlos Augusto Costa Marques in Marketplace