Dr. Carlos Augusto Costa Marques

Espondilólise: sintomas, causas e tratamentos

Espondilólise: sintomas, causas e tratamentos

A espondilólise também é conhecida como artrose na coluna. Trata-se de um processo degenerativo inerente ao próprio envelhecimento das estruturas ósseas do nosso corpo.

Apesar de não ser considerada uma patologia grave, ela traz extremo desconforto em função da dor que provoca. Pacientes acima dos 55 anos podem ser acometidos pela doença, que pode afetar uma ou mais vértebras da coluna.

Conhecendo melhor a espondilólise

A espondilólise é como chamamos a artrose que acomete as vértebras da coluna. A doença, também chamada de osteoartrose, é processo degenerativo das cartilagens observado conforme vai chegando a idade mais avançada.

Sem as cartilagens, os ossos passam a sofrer atrito desencadeando calcificações, como esporões e “bicos de papagaio”.

A artrose, quando localizada na coluna, pode causar estes tipos de dano a um ou mais segmentos desta estrutura de sustentação do nosso corpo.

Estes segmentos, chamados de vértebras, se dividem em quatro áreas: a cervical, localizada na parte superior; a dorsal ou torácica, que fica no meio da coluna, a lombar, na parte baixa; e a lombossacral, que é base da coluna.

A espondilólise , quando se localiza em cada uma destas regiões é chamada de espondilose seguido do nome da área onde se manifesta. Por exemplo, espondilólise dorsal, espondilólise lombar, e assim vai.

Causas

Com o passar do tempo, os discos vertebrais passam por um processo degenerativo que faz com que eles fiquem menos resistentes desgaste promovido pela articulação diária dos membros.

Sendo assim, eles perdem a sua estrutura desencadeando a sobrecarga por atrito das estruturas ósseas.

Com isso, há o surgimento de calos ósseos chamados osteófitos. Popularmente conhecidos como bicos de papagaio, essas calcificações podem pressionar os nervos que passam pela coluna, provocando dor intensa e inflamação.

Sintomas

O principal sinal da doença é a dor – de regular à intensa – que acomete costas e pescoço, podendo irradiar para braços e pernas dependendo da localização do comprometimento vertebral.

Além disso, pode haver sensação de dormência, formigamento e fraqueza decorrente da a compressão nervosa.

Se o problema é negligenciado e a degeneração vertebral evolui, pode haver também febre e perda de peso.

Tratamentos

A dor da espondilólise pode se tornar incapacitante para alguns pacientes. Por isso, diante dos sintomas é importante buscar ajuda médica para que seja feito um diagnóstico preciso do problema.

O tratamento é feito, na maioria dos casos, com a prescrição de medicamentos analgésicos, relaxantes musculares e anti-inflamatórios. Em associação, o médico responsável pode indicar a fisioterapia .

O procedimento cirúrgico só é indicado quando o tratamento conservador feito com medicamentos e fisioterapia não estiver surtindo o efeito esperado.

A prática de exercícios físicos leves e frequentes pode auxiliar na redução dos sintomas e no aumento do bem estar físico geral. No entanto, antes de iniciar qualquer atividade, é importante conversar com o médico responsável sobre o estágio em que se encontra a doença.

Além disso, o controle de peso e a busca por uma reabilitação postural podem ajudar na recuperação do paciente que desenvolveu a espondilólise .

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de coluna vertebral em Cuiabá!

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Tratamentos cirúrgicos para a mielopatia espondilótica cervical

Tratamentos cirúrgicos para a mielopatia espondilótica cervical

A mielopatia espondilótica da cervical é caracterizada pela degeneração das vértebras da região do pescoço. Ela é causada em função da osteoartrose, que faz com surjam calcificações entre as estruturas vertebrais, provocando o estreitamento do canal espinhal e a compressão da medula.

A doença é mais incidente em pacientes acima dos 55 anos e provoca uma série de sintomas que podem prejudicar a qualidade de vida do paciente idoso. Em princípio, o médico pode optar pelo tratamento conservador com o uso de medicamentos anti-inflamatórios não esteroides.

No entanto, se os sintomas persistirem ou piorarem, a cirurgia pode ser um caminho necessário. O objetivo do procedimento cirúrgico é alargar o canal, descomprimindo os nervos e a medula, caso ela tenha sido comprometida.

Sendo assim, a cirurgia pode remover pedaços de osso ou tecido mole que podem estar ocupando o interior das vértebras. Com isso, há uma descompressão das estruturas que ocupam o canal espinhal.

Quem deve se submeter à cirurgia para mielopatia espondilótica cervical?

Os pacientes que devem se submeter ao procedimento cirúrgico são aqueles que, em função do avanço no quadro clínico da mielopatia espondilótica na cervical, passaram a apresentar alterações neurológicas progressivas.

São casos em que as deformações na coluna provocadas pela doença desencadearam sinais de compressão grave da medula espinhal.

Estes sinais são:

  • Desequilíbrio ao caminhar;
  • Dormência nas mãos;
  • Espasmos involuntários nas pernas;
  • Fraqueza nos braços;
  • Problema de equilíbrio;
  • Dor intensa na região do pescoço.

Há uma pessoas que apresentam melhores resultados com a cirurgia. Geralmente são mais jovens, descobriram a doença na sua fase inicial e o comprometimento se localizava em apenas uma área da coluna cervical.

Tipos de procedimento cirúrgico

O tipo de procedimento recomendado dependerá de uma série de variáveis. As mais importantes são o estado de saúde do paciente e a localização da doença.

Os quatro métodos cirúrgicos mais utilizados para tratar o tratamento da mielopatia espondilótica cervical são:

Discectomia Cervical Anterior e Fusão

Nesta técnica, o disco degenerado e esporões ósseos são removidos e a espinha é estabilizada através da fusão.

A fusão da coluna é a junção das vértebras de forma que elas se curem fundidas em um osso sólido. O método elimina o movimento entre as vértebras doentes para que a doença não atinja novamente o local.

Corpectomia Cervical Anterior e Fusão

Este procedimento se assemelha à discectomia. No entanto, nele, em vez de um disco, uma vértebra é removida. Como na discectomia, a coluna é então estabilizada através da fusão espinhal.

Laminectomia

A laminectomia remove o arco ósseo que forma a parte de trás do canal vertebral, descomprimindo a medula espinhal.

Laminoplastia

Na laminoplastia, o arco que forma a parte de trás da vértebra do pescoço é desbastado de um lado e depois cortado do outro lado para abrir espaço para a medula espinhal.

Dependendo do método escolhido, a cirurgia pode ser realizada a partir da parte da frente ou da parte de trás do pescoço. Cada uma destas abordagens tem pontos positivos e negativos.

Por isso, é de extrema importância que você tire todas as dúvidas com seu médico antes da realização do tratamento cirúrgico para a mielopatia espondilótica cervical.

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Mielopatia espondilótica cervical: o que é e quais são os sintomas?

Mielopatia espondilótica cervical: o que é e quais são os sintomas?

A mielopatia espondilótica cervical é um processo degenerativo que afeta as vértebras do pescoço. A doença tem este nome pois acomete a parte da coluna chamada de cervical. É nesta área que está localizada a medula espinhal.

Com isso, o comprometimento dos ossos da nesta região da coluna causa a compressão da medula, que causa dor, formigamento e fraqueza, entre outros sintomas.

A causa mais comum para o problema é a artrite, ou osteoartrite, uma doença mais frequentemente observada em pacientes com mais de 50 anos. Sendo assim, a mielopatia cervical é uma doença com mais incidência em pessoas idosas.

Mielopatia espondilótica cervical e artrose

A causa da mielopatia na cervical é a osteoartrose. A artrose é um processo degenerativo das cartilagens das nossas articulações. As cartilagens são as estruturas responsáveis por evitar o atrito e o desgaste nos pontos de ligação dos ossos do nosso corpo.

Com o desgaste das cartilagens, os ossos de pontos vizinhos à articulação acometida passam a sofrer calcificações, formando os famosos “bicos de papagaio”. Suas causas podem ser em função de traumas na região articular, fatores hereditários, deformações e degeneração da articulação em função da idade avançada.

Por isso, a mielopatia espondilótica cervical é uma doença que acomete pessoas idosas.

Conforme a idade vai avançando, a artrose vai degenerando as vértebras do pescoço. Com a ausência da cartilagem que foi desgastada, os ossos tentam se separar e acabam crescendo além do normal. Isso provoca o surgimento de esporões e o estreitamento do canal espinhal do pescoço.

O canal espinhal na cervical é onde está localizada a medula. Por isso, este tipo de degeneração na coluna pode comprimir a medula espinhal, provocando sua disfunção. Esta condição é de extrema periculosidade, já que é na medula que é produzido o sangue.

Neste processo de compressão do canal espinhal, também são afetados os nervos que passam pelo local. Este estreitamento provoca a mais parte dos sintomas que falaremos a seguir.

Sintomas

Os sintomas da mielopatia espondilótica são resultantes da compressão do canal espinhal. Com isso, pode haver prejuízos para a medula ou para as raízes nervosas que passam pelo local.

Com isso, o paciente acometido pela doença pode apresentar sintomas como:

  • Alteração no andar (andar cambaleante);
  • Dor na altura do pescoço que pode irradiar para a cabeça e para os braços;
  • Sensação de fraqueza nos músculos dos braços;
  • Contrações involuntárias (espasmos) nos músculos das pernas;
  • Perda de flexibilidade do pescoço;
  • Prejuízo das funções da bexiga e do intestino (em casos mais graves);
  • Paralisia (em caso de comprometimento da medula espinhal).

O tratamento para a patologia pode ser feito com a administração de anti-inflamatórios não esteroides por via oral. Também pode ser necessário o uso de colar cervical como auxiliar no processo terapêutico se as raízes nervosas forem comprimidas.

O tratamento cirúrgico só é recomendado quando a mielopatia espondilótica provocou a compressão da medula espinhal. Fora esta condição, primeiro o médico opta por tentar o tratamento conservador.

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Obesidade e complicações em cirurgias vertebrais: qual a relação?

Obesidade e complicações em cirurgias vertebrais: qual a relação?

A obesidade é um desafio para a área de saúde. Além facilitar o surgimento de doenças que se desenvolvem a partir do excesso de peso, o problema também dificulta o tratamento de outras patologias.

É o caso de quem precisa se submeter a uma cirurgia de coluna e é obeso. As complicações que podem acontecer em um procedimento cirúrgico vertebral é mais frequente em pessoas com excesso de peso.

O problema é que o obeso é o mais propenso a ser encaminhado para uma cirurgia de coluna. Isto acontece porque o peso corporal sobrecarrega as vértebras. Com isso, pode haver o surgimento de hérnias discais e alterações na morfologia desta estrutura de sustentação do nosso corpo.

Relação entre IMC e complicações cirúrgicas

Pesquisadores norte-americanos verificaram que o risco de complicações cirúrgicas aumentam de acordo com o Índice de Massa Corpórea (IMC) do paciente.

De acordo com seus estudos, quanto mais pesada a pessoa, mais chances ela tem de ter problemas após uma cirurgia na coluna, por exemplo.

Um paciente obeso tem a até três vezes mais propensão a ter problemas ao se submeterem a procedimentos cirúrgicos vertebrais. Uma pessoa com IMC acima de 40 que se submeter a uma operação de hérnia lombar tem alta propensão de ter complicações no pós-operatório.

Isto pode acontecer, porque a obesidade pode comprometer a cicatrização dos ferimentos. Além disso, pode ainda favorecer quadros de trombose venosa profunda, hipertensão e compressões nervosas.

Riscos da obesidade na cirurgia de coluna

A obesidade em si não é uma contraindicação para a cirurgia da coluna. No entanto, o peso extra pode favorecer problemas relacionados à anestesia e a incisão no local a ser operado.

O peso extra pode agravar a apneia do sono decorrente da anestesia. Além disso, a capacidade respiratória é prejudicada em função da pressão na caixa torácica.

Sendo assim, o monitoramento da função respiratória torna-se um desafio para todos os profissionais envolvidos no procedimento.

A posição do paciente obeso também pode ser considerada uma dificuldade para o cirurgião. O volume de gordura pode dificultar que a incisão alcance com precisão a área a ser operada.

Como o corte tende a ser mais profundo nestes casos, a recuperação do local também é mais complicada. As consequências observadas são dores mais fortes, maior probabilidade de infecções e cicatrização mais lenta e sujeita à secreções.

Outra grande preocupação de médicos e enfermeiros é que grande parte dos pacientes obesos têm problema de hipertensão arterial. Por isso, o controle dos batimentos e o controle da pressão sanguínea deve ser cuidadosamente monitorado. Caso não haja esta atenção, aumenta o risco de desencadeamento de complicações cardíacas durante o procedimento.

A maioria dos cirurgiões de coluna vertebral concordam que perder peso antes de fazer a cirurgia de coluna pode ajudar a diminuir os riscos de complicações durante e após a operação.

Por isso, se você é obeso e precisa realizar uma cirurgia de coluna, converse com o seu médico sobre um possível programa de emagrecimento saudável antes do procedimento.

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Espondilodiscite: diagnóstico e tratamentos

A espondilodiscite é uma doença que se caracteriza por uma inflamação nos discos da coluna. Ela geralmente é causada por um processo infeccioso que pode ser transmitido pela corrente sanguínea.

Como a região do entorno das vértebras é muito vascularizada, um vírus ou bactéria pode contaminar o local e afetar o osso. A doença também é conhecida pelo nome de osteomielite vertebral ou infecção do espaço discal.

Ela pode aguda, subaguda ou crônica e acomete duas a cada 100 mil pessoas. Por conta deste número é considerada uma patologia rara.

O diagnóstico da doença pode não ser simples. Isso acontece, porque seus sintomas podem se confundir com os de uma infecção primária ou os de uma lombalgia, por exemplo.

No entanto, diante da confirmação da doença, seu tratamento é absolutamente viável atualmente e envole principalmente o uso de medicamentos analgésicos e antibióticos.

Alguns fatores favorecem o surgimento da doença. Estes se relacionam com quadros onde a infecção por vírus ou bactérias sejam favorecidos.

Entre eles, os mais observados são os casos em que o paciente tenha se submetido a alguma cirurgia de coluna ou procedimentos nos ossos, portadores de diabetes mellitus, pessoas que fazem uso de drogas injetáveis ou que tenham sofrido infecção por vírus como o HIV .

Diagnóstico da espondilodiscite

O diagnóstico para a doença deve ser buscado diante de sintomas como dor em qualquer região da coluna, que aumente progressivamente, e febre. O uso indiscriminado de analgésicos pode mascarar o problema, disfarçando a febre e diminuindo a dor.

Em muitos casos, pacientes se automedicam e mascaram o quadro, agravando o problema. Sua piora pode levar à metástase nas vértebras com a compressão da medula óssea. Nestes casos, é necessária a cirurgia de emergência.

Outra sinal da espondilodiscite que merece atenção é a alteração na sensibilidade da região afetada, já que a infecção atinge raízes nervosas presentes no local.

Muitos sintomas da doença se confundem com o de outras, que acaba ocasionando um atraso no diagnóstico.

Os exame prescritos quando há suspeita de espondilodiscite são o hemograma, a radiografia, a tomografia computadorizada e a ressonância magnética.

Se os exames de imagem levantarem a suspeita da doença e o exame de sangue não confirmar o diagnóstico, pode ser necessária a realização de biopsia óssea.

Buscando tratamento

A maior parte dos casos da doença respondem bem com o tratamento feito com a administração de medicamentos antibióticos. No entanto, em alguns casos mais severos pode ser necessário o procedimento cirúrgico.

A antibioticoterapia pode ser feita por meio oral ou intravenoso. Dependendo do agente infeccioso, o tratamento pode durar de um a três meses. O tipo de medicamento pode ser alterado de acordo com a evolução do procedimento terapêutico.

A espondilodiscite, na maioria dos casos, é tratada com medicamentos. Fora os quadro de comprometimento medular, a cirurgia só é necessária para fins de diagnóstico. Além desta situação, o procedimento cirúrgico é indicado apenas quando há necessidade de drenar um abcesso decorrente do agravamento da doença.

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Espondilodiscite: o que é e quais os sintomas da doença?

Espondilodiscite: o que é e quais os sintomas da doença?

A espondilodiscite pode ser considerada uma doença rara. Isso quer dizer que, a cada 100 mil habitantes, apenas duas pessoas podem vir a apresentar este tipo de problema de saúde.

Também conhecida como osteomielite vertebral, ela é uma patologia que acomete os ossos da coluna. É causada por uma infecção localizada e seu diagnóstico não é simples.

Um dos sinais da doença é a dor intensa na coluna. O tratamento tardio pode fazer com que a infecção atinja outros tecidos vizinhos à vértebra afetada. Por isso, qualquer dor na coluna nunca deve ser negligenciada.

Como a espondilodiscite é uma doença pouco conhecida, no artigo de hoje vamos apresentar a patologia e seus sintomas.

Conhecendo melhor a espondilodiscite

A espondilodiscite tem este nome pois une a nomenclatura discite, que se refere à inflamação do disco intervertebral, à nomenclatura espondilite, que é usada para se referir à inflamação das vertebras.

Ela é causada por disseminação de uma infecção à qual o corpo tenha sido submetido. Ou seja, o processo infeccioso pode não necessariamente ter surgido na coluna. A disseminação do foco infecioso vem pelo sangue e atinge as vértebras da coluna.

A espondilodiscite é mais comumente observada a partir da infecção por vírus ou bactéria. Antes da descoberta dos antibióticos, a doença era fatal. Hoje em dia, no entanto, com a evolução dos remédios antimicrobianos e outras formas de tratamento, a doença é totalmente tratável.

A disseminação da infecção pode acontecer a partir de diferentes fatores. No entanto, o mais comum é que ela venha pelo sangue. Como os osso vertebrais são muito vascularizados, eles ficam mais suscetíveis a disseminação hematogênica, ou seja, aquela que se alastra pela irrigação do sangue contaminado.

A doença pode também se manifestar a partir da inflamação de tecidos próximos à coluna, como o esôfago e o intestino. Cirurgias de coluna e procedimentos diagnósticos que exijam punção intravertebral também podem ser fatores que contribuem para uma possível infecção no local.

Outros fatores fazem com que o paciente tenha predisposição para o surgimento da patologia são a diabetes mellitus, o uso de corticoides e outras drogas por via endovenosa e infecção por alguns tipos de vírus, como o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV).

Identificando o problema

O principal sintoma da doença é a dor na coluna. Ela pode se localizar na dorsal (dorsalgia), na cervical (cervicalgia) ou na lombar (lombalgia). O lugar do ponto de dor vai depender das vértebras atingidas.

O estado doloroso pode surgir com intensidade moderada e ir ficando mais forte em semanas. O problema deste sintoma é que ele não se difere de uma dor causada por outros problemas menos graves na coluna.

Mais frequentemente a dor é localizada na coluna lombar, seguindo-se da no tórax e em seguida na cervical.

Outro sintoma observado em 50% dos casos é a febre. Alguns pacientes acometidos pelo o problema também relataram alteração na sensibilidade local e fraqueza.

Por isso, diante de dor progressiva na coluna, não hesite em procurar por ajuda médica. A espondilodiscite pode trazer consequências graves para a saúde.

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O que é dor neuropática e quais são as opções de tratamento?

O que é dor neuropática e quais são as opções de tratamento?

A dor neuropática é um tipo de dor decorrente de uma lesão no sistema nervoso. Ela pode ter uma série de causas, como uma infecção ou diabetes, por exemplo.

Este estado doloroso acontece, porque há uma alteração nos estímulos nervosos interpretados pelo cérebro. Este erro na decodificação das mensagens nervosas traz sensações físicas como dor e queimação em uma ou mais regiões do corpo.

A dor neuropática é crônica é seu tratamento é bem mais complexo do que o tratamento de qualquer outro tipo de dor. Por isso, neste artigo, vamos falar sobre esse problema de saúde e sobre como tratá-lo de forma adequada.

Conhecendo melhor a dor neuropática

É importante entender que a dor neuropática não é uma dor comum. Ela é consequência de alguma doença que afetou o sistema nervoso. Por isso, é mais complexa de ser tratada.

Algumas doenças que afetam o nosso organismo podem desencadear a dor neuropática. No entanto, ela também pode ser provocada por uma disfunção no próprio sistema nervoso.

O estado doloroso e todos os sintomas que o acompanham são decorrentes de uma alteração na forma como o cérebro “entende” o estímulo nervoso. Ou seja, o funcionamento do sistema nervoso foi comprometido e não está funcionando corretamente.

Este mau funcionamento pode ser causado por uma série de problemas de saúde. São eles:

  • Diabetes mellitus;
  • Infecções causadas por bactérias ou vírus, como sífilis, herpes ou AIDS;
  • Problemas nos nervos faciais;
  • Alcoolismo
  • Deficiência nutritiva;
  • Problemas de tireoide;
  • Trauma na medula decorrente de acidentes, fraturas ou cirurgias;
  • Amputação de um membro, caso em que pode surgir a dor do membro fantasma, que é quando o paciente sente dor no membro que já não existe;
  • Pacientes em quimioterapia;
  • Esclerose múltipla.

Sintomas

A dor neuropática é uma dor de intensidade alta que pode estar acompanhada de sensação de agulhada, formigamento, ardência e extrema sensibilidade na área do corpo onde o nervo foi afetado.

Ela pode ser sentida em uma região específica, como braços e pernas, ou pode ser generalizada, afetando várias áreas do nosso corpo.

No entanto, mais de um nervo pode estar comprometido, levando a uma dor generalizada.

Outra característica desse tipo de estado doloroso é que ele pode ser contínuo ou ir e vir de forma intermitente. Além disso, ele pode surgir também quando há contato com roupas e outros objetos que encostarem no corpo.

Buscando tratamento

A notícia boa é que possível tratar esta patologia. No entanto, é necessário o emprego de um conjunto de medicamentos para que o resultado seja favorável para o paciente.

De acordo com o quadro de intensidade da dor e com o que a ocasionou, podem ser prescritos analgésicos de ação central, anticonvulsivantes ou antidepressivos.

Os medicamentos anticonvulsivantes atuam na redução da atividade nervosa na região afetada. Já os analgésicos de ação central são mais fortes e diminuem com mais eficácia a dor.

Os antidepressivos são empregados pois ajudam no controle da depressão que frequentemente surge em doentes em que a dor atingiu seu estágio crônico.

Em alguns casos específicos de dor neuropática avaliados pelo médico, no entanto, pode ser necessário o tratamento cirúrgico.

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O que é mielomeningocele?

O que é mielomeningocele?

A mielomeningocele é uma doença congênita que afeta a criança durante a sua formação ainda na barriga da mãe. Trata-se de uma malformação na coluna vertebral que faz com que a medula, as meninges e os nervos fiquem para fora do corpo, criando um cisto nas costas do bebê.

O problema é um tipo grave de espinha bífida. Provavelmente você nunca ouviu falar em espinha bífida, não é mesmo? Este tipo de patologia congênita se caracteriza pelo fechamento incompleto do tubo neural, que é uma estrutura que dá origem ao cérebro e à medula espinhal do feto.

Portanto, a mielomeningocele é um problema no desenvolvimento da criança e está relacionado a alguns fatores que falaremos a seguir.

O que causa a mielomeningocele?

As ciências médicas ainda não conseguiram descobrir o que causa malformações como a mielomeningocele. O que se sabe é que este tipo de patologia está relacionada à fatores genéticos, ambientais e à deficiência de ácido fólico no organismo da mãe.

O não fechamento correto da coluna do feto, chamado de espinha bífida, acontece ainda nos primeiros meses de gestação. No processo de formação normal de um bebê, as duas partes da espinha dorsal se fecham para proteger a medula, meninges e nervos.

No entanto, há casos em estes dois seguimentos vertebrais não se fecham corretamente. Sendo assim, medula, meninges e nervos ficam expostos, caracterizando a malformação conhecida como mielomeningocele.

Existem alguns fatores de risco para o desencadeamento desse problema na formação do bebê. São eles:

  • Histórico familiar;
  • Carência de ácido fólico;
  • Sexo (o problema afeta mais meninas do que meninos);
  • Diabetes materna;
  • Uso de medicamentos anticonvulsivos durante a gestação;
  • Obesidade antes da gravidez.

Como identificar o problema?

A mielomeningocele pode ser observada a partir da presença de um cisto localizado no meio ou na parte inferior da coluna vertebral do bebê no momento da nascimento.

Em alguns casos, há pele encobrindo este cisto. Em outros, não, o que coloca a vida da criança em risco devido à possibilidade de infecções.

A malformação pode comprometer o sistema neurológico, podendo causar paralisia, convulsões, pés deformados, escoliose, hidrocefalia, problemas na bexiga e no intestino, além de pêlos na região do sacro.

Tratamento

O tratamento para o problema é cirúrgico. Em até 48 horas após o nascimento, o bebê deve ser submetido a uma operação para colocar a medula espinhal e o tecido exposto dentro do seu corpo.

Alguns médicos defendem que a cirurgia deva ser feita antes do bebê nascer. No entanto, este é um procedimento de alta periculosidade já que coloca em risco a vida da mãe e do filho.

No entanto, é importante ressaltar a importância do diagnóstico precoce no caso de uma malformação congênita, já que isso prepara mãe e filho para o caso da descoberta do problema.

Por isso, mulheres grávidas devem se submeter a todos os procedimentos de pré-natal. Com o exame de sangue realizado durante este período, é possível apontar algum tipo de espinha bífida.

Além dele, outros podem auxiliar em um diagnóstico mais preciso da doença, como as ultrassonografias e a amniocentese.

Se você está grávida ou quer ter um filho e tem fatores de risco para um problema de malformação congênita, converse com o seu médico. Ele pode te ajudar a prevenir que o bebê nasça com mielomeningocele.

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Como a osteoporose é tratada?

Como a osteoporose é tratada?

A osteoporose é um tema constante em meu blog. Mas, não custa falar um pouco mais sobre a doença, já que ela atinge tantos brasileiros, limitando seus movimentos e impedindo-os de terem uma vida plena na terceira idade. 

Talvez você ainda não saiba, mas, a osteoporose é um mal que atinge cerca de 10 milhões de brasileiros, segundo o Ministério da Saúde. A nível mundial, 1 em cada 3 mulheres, e 1 em cada 5 homens, com mais de 50 anos terá uma fratura osteoporótica, ou seja, causada pela osteoporose.

A osteoporose (osso poroso) é uma doença progressiva, responsável pela diminuição da qualidade e da densidade óssea. Esta é uma doença que não manifesta sinais antes de prejudicar o osso de forma mais grave. Em muitos casos, o paciente só descobre a doença após sofrer uma fratura.

Em resumo, a osteoporose provoca a fragilidade dos ossos, principalmente em pessoas acima dos 45 anos. Em alguns casos, uma leve queda pode causar a ruptura do osso fragilizado pela doença.

Quando dá sinais de existência, a doença manifesta os seguintes sintomas:

  • dor nas costas, geralmente causada por fratura vertebral;
  • perda de altura;
  • postura curvada;
  • arredondamento das costas, ou corcunda.

Entenda por que a osteoporose acontece e quais são os tratamentos indicados.

Quais são as causas e os fatores de risco para a osteoporose?

Fatores genéticos são muito fortes, no que diz respeito ao desenvolvimento da osteoporose. Uma pessoa que atinge o pico de desenvolvimento ósseo com qualidade, processo que ocorre até os 30 anos, tem menos chance de perder massa óssea em excesso durante o avanço da idade.

A perda óssea é um processo natural do organismo após os 30 anos. No entanto, quanto mais densidade óssea, maior a probabilidade de se ter ossos mais saudáveis na terceira idade. Tal característica positiva é presente em alguns grupos étnicos, inclusive.

Veja outros fatores que contribuem para o desenvolvimento da osteoporose.

  • sexo – devido a perda de estrogênio na menopausa, as mulheres estão mais propensas a desenvolverem a osteoporose, a partir dos 50 anos;
  • idade – quanto mais você envelhece, maior o risco de osteoporose;
  • raça – pessoas brancas e de ascendência asiática costumam ser mais atingidas pela doença;
  • histórico familiar – ter pai ou irmão com osteoporose aumenta os riscos;
  • estrutura do corpo – pessoas com quadril pequeno têm menor massa óssea, isso significa que estão mais suscetíveis ao desgaste dos ossos com o avanço da idade;
  • baixo nível de testosterona – assim como o estrogênio nas mulheres, a testosterona nos homens contribui para a saúde dos ossos. Com a idade, ou devido ao tratamento de câncer de próstata, os níveis do hormônio caem, prejudicando os ossos;
  • hipertireoidismo – o excesso de hormônios da tireoide causa a perda óssea;
  • baixa ingestão de cálcio na dieta;
  • distúrbios alimentares – dietas muito restritivas prejudicam a absorção de cálcio e outros nutrientes importantes para a saúde dos ossos;
  • cirurgia bariátrica – a redução do estômago causa prejuízos para absorção de nutrientes, como o cálcio;
  • uso de esteroides;
  • doença celíaca;
  • lupus;
  • artrite reumatoide;
  • doença renal;
  • doença hepática;
  • inflamação intestinal;
  • sedentarismo;
  • abuso de álcool;
  • tabagismo.

Tratamentos para a osteoporose

Assim que diagnosticada, o tratamento da osteoporose deve seguir algumas recomendações, como o risco de fratura nos próximos 10 anos. Se o risco for baixo, o tratamento pode seguir com algumas mudanças importantes na rotina diária, que contribuam para a redução da perda óssea.

Nos casos mais delicados para fraturas, são indicados medicamentos, como os bisfosfonatos ou o denosumab.

Algumas mulheres na menopausa podem necessitar de terapia hormonal com estrogênio, para manter a densidade óssea. Os riscos da terapia devem ser avaliados pelo médico especialista, em conjunto com o paciente. 

Assim como as mulheres, os homens que passam por redução nos níveis de testosterona podem necessitar de reposição do hormônio.

Nos casos em que os tratamentos acima não surtam o efeito esperado, pode ser necessário o uso de medicamentos específicos para a reconstrução óssea. Essa opção, no entanto, deve ser acompanhada à risca pelo médico, já que esses remédios não podem ser usados por tempo prolongado para o tratamento da osteoporose.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de coluna vertebral em Cuiabá!

Posted by Dr. Carlos Augusto Costa Marques in Todos
Osteoporose: como prevenir?

Osteoporose: como prevenir?

Você sabia que 1 em cada 3 mulheres, e 1 em cada 5 homens, com mais de 50 anos terá uma fratura osteoporótica no mundo todo? Esses dados são da Federação Internacional da Osteoporose (IOF). O órgão também estima haver cerca de 8,9 milhões de fraturas ósseas por ano, causadas pela osteoporose, no planeta. 

Já no Brasil, existem cerca de 10 milhões de pessoas com a doença, conforme levantamento do Ministério da Saúde. A osteoporose é uma doença que afeta os ossos, principalmente de pessoas acima dos 45 anos. O distúrbio provoca graves limitações de movimento e, com isso, prejudica fortemente a qualidade de vida dos idosos.

Uma das consequências sérias da doença é a fratura de fêmur, responsável por afastar o paciente de suas atividades por cerca de oito semanas. Além disso, a osteoporose facilita a ruptura dos ossos do quadril e da coluna. Com a falta de mobilidade do indivíduo, outras doenças encontram brechas para se instalar, como a pneumonia, além da perda da musculatura.

Entenda mais sobre a doença e os meios de preveni-la, a seguir.

O que é a osteoporose?

Osteoporose significa “osso poroso”. Esta condição se desenvolve silenciosamente ao longo de anos. Por isso, ela é uma doença progressiva. O enfraquecimento dos ossos facilita a ocorrência de fraturas, muitas vezes causadas por acidentes leves, ou mesmo por estresse.

Além disso, o paciente apresenta perda de altura, provocada pelo arredondamento da parte superior das costas, condição conhecida como corcunda.

A perda óssea é mais acentuada em mulheres no período da menopausa. Isso ocorre devido à perda de estrogênio após os 50 anos de idade, hormônio que também contribui para a saúde óssea.

Mas, os homens precisam ficar alerta: cerca de 15% da população masculina acima dos 65 anos apresenta osteoporose. O estilo de vida dos homens, além da maior negligência com a saúde por parte deles, aumenta os riscos da doença neste público.

Fatores que contribuem para o desenvolvimento da enfermidade nos homens, e consequente risco de fraturas, incluem:

  • alcoolismo;
  • tabagismo;
  • uso de glicocorticoides;
  • hipogonadismo, causado por câncer de próstata.

Se você é jovem, provavelmente não deve estar preocupado com uma doença que atinge, geralmente, pessoas maduras. Mas, saiba que algumas atitudes tomadas hoje podem evitar, ou postergar, o surgimento da doença.

Se você se preocupa com a sua saúde daqui a alguns anos, veja como é possível prevenir o desenvolvimento da osteoporose com algumas dicas simples.

Como prevenir a osteoporose?

Siga as recomendações abaixo e previna o desgaste prematuro dos ossos.

Cálcio

A ingestão de cálcio na quantidade diária recomendada é um ótimo começo para a prevenção da osteoporose. Equilibrar os níveis de cálcio no organismo é extremamente importante, já que o corpo perde a substância todos os dias. 

Fique atento às quantidades recomendadas pela Academia Americana de Ciências:

  • Homens e mulheres de 9 a 18 anos: 1.300 mg por dia;
  • Mulheres e homens de 19 a 50 anos: 1.000 mg por dia;
  • Mulheres grávidas ou amamentando até 18 anos: 1.300 mg por dia;
  • Gestantes ou lactantes de 19 a 50 anos: 1.000 mg por dia;
  • Mulheres e homens com mais de 50 anos: 1.200 mg por dia.

O cálcio não está apenas no leite. As principais fontes da substância incluem:

  • queijo;
  • iogurte;
  • sardinha;
  • folhas verdes, como brócolis e couve.

Vitamina D

A recomendação diária é de 200 a 600 unidades internacionais de vitamina D. A substância contribui para a absorção de cálcio pelo organismo, por isso, a vitamina é essencial. 

Uma excelente fonte de vitamina D é a luz solar direta. Mas, se você não consegue sair do escritório o suficiente para caminhar sob o sol, peça orientação médica para a ingestão de suplementos vitamínicos. É essencial a orientação médica, já que o excesso de vitamina D é tóxico para o fígado.

Proteínas

As proteínas aumentam a densidade mineral dos ossos, tornando-os mais fortes. Por isso, é recomendado ingerir 0,4 gramas por quilo corporal. Basta calcular o seu peso pela medida indicada, para obter o nível de proteína correto para o seu corpo.

As proteínas estão mais presentes em carnes e outros alimentos de origem animal, como ovos, leite e seus derivados. Também existem as proteínas de origem vegetal, presentes no feijão, lentilha, grão-de-bico, soja, nozes, castanhas e amêndoas.

Exercícios físicos

Os exercícios físicos fortalecem os músculos e ossos. Com isso, ocorre a redução considerável da perda óssea em praticantes regulares de atividades físicas. Além disso, a atividade contribui para o equilíbrio do corpo, prevenindo quedas e, consequentemente, as fraturas.

A osteoporose não deve ser vista como uma doença de pessoas idosas. Ela é uma realidade para pessoas que não cuidam da saúde precocemente. Como vimos acima, é possível reduzir as chances futuras da doença, com atitudes simples agora!

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de coluna vertebral em Cuiabá!

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